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Refletir sobre ética profissional nos dias atuais é desafiador diante dos inúmeros acontecimentos que põe em cheque o respeito aos valores e normas. Assim, sabe-se da importância de estudar e entender os Códigos de Ética que compõem e expressam o processo sócio-histórico de inserção do Serviço Social nos processos de trabalho. Pressupõe-se corretamente sobre a informação e conteúdo que apreende o Código de Ética de 1975:
o Assistente Social deve defender a profissão através de suas entidades representativas, participando das organizações que tenham por finalidade a defesa dos direitos profissional.
o Assistente Social como profissional e na sua prática social mais geral deve apoiar e/ou participar dos movimentos sociais e organizações da classe trabalhadora que estejam relacionados ao campo de sua atividade profissional, procurando colocar os recursos institucionais a seu serviço.
as ideias, a moral e as práticas de uma sociedade se modificam no decorrer do processo histórico. De acordo com a forma em que esta se organiza para produzir, cria seu governo, suas instituições e sua moral.
são direitos do Assistente Social, com relação ao exercício profissional, livre acesso ao cliente e a representação ao Conselho Regional de Assistentes Sociais (CRAS), com jurisdição sobre a sede de suas atividades.
é princípio fundamental a garantia do pluralismo, através do respeito às correntes profissionais democráticas existentes e suas expressões teóricas, e compromisso com o constante aprimoramento intelectual.