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A chamada renovação crítica do Serviço Social brasileiro, intensificada nos anos 1980, representou não apenas a incorporação de novos métodos, mas uma inflexão epistemológica que reposicionou a profissão no campo das ciências sociais. Autores como Iamamoto (2007) e Netto (2011) sublinham que esse movimento se desenvolveu em diálogo com o marxismo, embora tensionado por projetos internos diversos. Nesse sentido, qual proposição expressa com maior precisão essa transformação?
A renovação caracterizou-se pela adoção de fundamentos fenomenológicos, priorizando a dimensão intersubjetiva das vivências como núcleo da prática profissional cotidiana.
O movimento foi orientado por fundamentos funcionalistas, concebendo a prática como instrumento de integração social e de manutenção do equilíbrio institucional vigente.
A renovação crítica vinculou o Serviço Social ao referencial marxista, compreendendo a questão social como expressão das contradições estruturais do capitalismo dependente e periférico.
O processo resultou na revalorização do positivismo, privilegiando objetividade técnica, neutralidade administrativa e reprodução das normas institucionais tradicionais.
A renovação baseou-se na retomada liberal, enfatizando liberdade individual, pluralismo valorativo e pragmatismo nas práticas interventivas em instituições sociais.