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Segundo Marilda Iamamoto (2022), a formação profissional do assistente social na contemporaneidade enfrenta desafios diante da reestruturação produtiva do capital e da precarização do trabalho. Nesse contexto, qual alternativa expressa de forma mais crítica e propositiva a articulação entre formação acadêmica e prática profissional?
A formação deve priorizar conteúdos técnicos e operacionais, garantindo que o assistente social se adapte rapidamente às demandas do mercado de trabalho.
É suficiente que a formação acadêmica mantenha disciplinas tradicionais, pois a prática profissional se ajusta automaticamente às transformações sociais.
A formação precisa ser constantemente atualizada para atender às exigências empresariais, mesmo que isso implique reduzir o compromisso ético-político da profissão.
A formação deve articular teoria crítica, prática profissional e compromisso ético-político, possibilitando que o assistente social compreenda e enfrente as contradições do capital e da precarização do trabalho.
O foco da formação deve ser a neutralidade científica, evitando posicionamentos políticos e privilegiando apenas a dimensão técnica da intervenção social.