

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
De acordo com Iamamoto (2009), o espaço profissional do serviço social não pode ser tratado exclusivamente na ótica das demandas já consolidadas socialmente, sendo necessário, a partir de um distanciamento crítico do panorama ocupacional, apropriar-se das demandas potenciais que se abrem historicamente à profissão no curso da realidade. Sobre a análise da autora acerca do trabalho do assistente social nos diferentes espaços sócio-ocupacionais, afirma-se que:
o exercício profissional, aliado à vontade política da classe, tem o potencial de redefinir as bases histórico-estruturais que moldam a atuação técnica
a preponderância do capital sobre a força de trabalho sobrepõe-se à autonomia profissional, esvaziando a capacidade dos trabalhadores de orientar suas próprias ações
na condição de trabalhador assalariado, o assistente social tem sua prática condicionada ao poder patronal e a determinantes macroestruturais, que impelem os sujeitos singulares a processos de subordinação socialmente construídos
a autonomia relativa do assistente social é moldada pelas disputas hegemônicas que ampliam ou restringem sua direção social. Esse exercício profissional, atravessado por interesses de classe, define os limites e as possibilidades do atendimento às demandas da classe trabalhadora