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A dependência de substâncias psicoativas configura-se como um transtorno marcado pela heterogeneidade, na medida em que não se manifesta de forma homogênea entre os indivíduos. Trata-se de um fenômeno multifacetado, cuja expressão clínica e social resulta da interação de múltiplos determinantes — biológicos, psicológicos, sociais e culturais — que se articulam em diferentes contextos e circunstâncias. Nesse sentido,
a redução de danos tem alto custo de serviços da saúde privada, por esse motivo, é inacessível às populações vulneráveis.
a redução de danos é uma política que rompe com visões moralizantes e punitivas, propondo uma abordagem humanizada, contextual, interdisciplinar e religiosa.
é importante a redução de danos, por reconhecer cada usuário em suas singularidades, traçar com eles estratégias que estão voltadas não para a abstinência como objetivo a ser alcançado, mas para a defesa de sua vida.
trata-se de um fenômeno com duas dimensões, cuja expressão clínica e social resulta da interação entre determinantes biológicos e psicológicos.
a redução de danos tem como meta principal substituir os tratamentos médicos convencionais por práticas alternativas que não retirem as pessoas da sua comunidade.