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Alves (2018) apresenta as três abordagens sobre gênero mais comuns nas pesquisas no campo do Serviço Social brasileiro. São elas: o marxismo, as relações sociais de sexo e a interseccionalidade. Enquanto as duas primeiras são mais recorrentes, a última começa a adentrar as produções da área. Sobre a perspectiva da interseccionalidade, assinale a alternativa INCORRETA.
Embora as relações étnico-raciais estejam incluídas nas reflexões das teóricas das relações sociais de sexo, é na perspectiva da interseccionalidade que a raça adquire evidência.
Não podemos falar de interseccionalidade sem situarmos o feminismo negro visto que uma das contribuições centrais do feminismo negro foi questionar a universalidade do patriarcado como sistema de dominação.
A abordagem interseccional coloca a raça e a sexualidade no centro da problematização das relações de gênero.
O marxismo é o berço da interseccionalidade e essa origem faz toda a diferença na forma como a interseccionalidade opera com raça.
O paradigma patriarcal projetou uma sombra sobre as experiências corporais e sexuais das mulheres negras, marginalizando-as como mulheres e reduzindo-as à sua raça.