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Ao assumir a coordenação de um abrigo municipal, a nova coordenadora constatou aumento de afastamentos por adoecimento, frequentes trocas de plantão sem registro, concentração de decisões na chefia e divergências entre educadores sociais e equipe técnica. Embora não houvesse redução formal do número de trabalhadores, os relatórios apontavam descontinuidade no acompanhamento das crianças e dos adolescentes.
Em reunião, foram apresentadas quatro propostas de intervenção. Considerando o planejamento estratégico, a gestão de pessoas e as diretrizes da NOB-RH/SUAS, assinale a alternativa CORRETA:
Reorganizar unilateralmente as escalas, priorizando os trabalhadores com maior tempo de serviço, e postergar a análise das causas dos afastamentos até que os indicadores de atendimento se estabilizem.
Realizar diagnóstico dos processos de trabalho, dimensionar as necessidades da equipe, instituir espaços regulares de supervisão e educação permanente e definir responsabilidades, fluxos e indicadores de acompanhamento.
Transferir à equipe técnica a responsabilidade integral pela elaboração das escalas e pela mediação dos conflitos, preservando a coordenação para as atividades administrativas e financeiras.
Substituir progressivamente os trabalhadores com maior número de afastamentos, utilizando a assiduidade individual como principal indicador de qualidade dos serviços prestados pelo abrigo.