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No texto de Regina Célia Mioto (2010), o conceito de familismo como oposição à proteção social é central para a análise crítica das políticas sociais contemporâneas. À luz dessa discussão, o familismo
refere-se à ampliação da responsabilidade estatal na proteção social, reduzindo a sobrecarga das famílias na provisão de bem-estar.
expressa uma perspectiva segundo a qual a família é reconhecida como sujeito de direitos, sendo integralmente desresponsabilizada pela proteção de seus membros.
caracteriza-se pela centralidade atribuída à família nas políticas sociais, frequentemente implicando a transferência de responsabilidades do Estado para o âmbito privado.
corresponde à substituição das políticas públicas por redes comunitárias autônomas, sem interferência estatal ou familiar.
está associado exclusivamente às políticas de assistência social, não sendo identificado em outras áreas da proteção social.