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Sobre os Cuidados Paliativos, é correto afirmar que
a concomitância da abordagem paliativa com o tratamento curativo é inviável.
os cuidados paliativos se resumem apenas aos cuidados dispensados no final da vida.
em cuidados paliativos, o foco da atenção é a doença, sempre promovendo medidas para atingir a cura.
o cuidado paliativo é a abordagem que promove a qualidade de vida dos pacientes e seus familiares diante de doenças que ameaçam a continuidade da vida, através da prevenção e alívio do sofrimento.
o cuidado paliativo preconiza o tratamento de sintomas, como alívio da dor. Outros problemas de natureza psicossocial e espiritual devem ser tratados com outra equipe diferente dos cuidados paliativos.
A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) é a porta de entrada preferencial do SUS. A Atenção Básica será ofertada integralmente e gratuitamente a todas as pessoas, de acordo com suas necessidades e demandas do território, considerando os determinantes e condicionantes de saúde. Essa política apresenta os princípios de
universalidade, equidade e integralidade.
integralidade, humanização e participação social.
cuidado centrado na pessoa, acessibilidade e integralidade.
autonomia, equidade e integração.
Os programas de residência multiprofissional fazem parte do escopo de estratégias de qualificação do assistente social na atenção ao paciente oncológico.
Certo
Errado
Famílias e indivíduos em situações de vulnerabilidade ou risco social e pessoal têm direito ao recebimento de medicamentos e produtos de interesse para a saúde, desde que forneçam documentos que comprovem sua inscrição no cadastro do SUS.
Certo
Errado
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre a análise de vulnerabilidade e as práticas de saúde:
V, F, F, V.
V, V, F, F.
F, F, F, V.
V, F, V, V.
De acordo com o Caderno de Atenção Básica n° 28, em relação ao modo de classificação sintético que correlaciona a avaliação de risco e vulnerabilidade aos modos de intervenção necessários, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Atendimento Imediato.
(2) Atendimento Prioritário.
(3) Atendimento no dia.
( ) Risco moderado: necessita de intervenção breve da equipe, podendo ser ofertada inicialmente medida de conforto pela enfermagem até a nova avaliação do profissional mais indicado para o caso. Influencia na ordem de atendimento.
( ) Risco baixo ou ausência de risco com vulnerabilidade importante: situação que precisa ser manejada no mesmo dia pela equipe levando em conta a estratificação de risco biológico e a vulnerabilidade psicossocial.
( ) Alto risco de vida: necessita de intervenção da equipe no mesmo momento, obrigatoriamente com a presença do médico.
1 - 2 - 3.
3 - 2 - 1.
2 - 3 - 1.
2 - 1 - 3.
Paiva (2018) assinala que “a Faculdade de Serviço Social da Universidade Federal de Juiz de Fora possui experiência de quase duas décadas com formação especializada em residência profissional e multiprofissional. Atualmente compromete-se com o desenvolvimento de quatro programas.”
Marque a alternativa que NÃO é programa de residência na Faculdade de Serviço Social da UFJF.
Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva.
Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família.
Programa de Residência Multiprofissional em Saúde do Adulto, com ênfase em doenças crônico-degenerativas.
Programa de Residência Integrada Multiprofissional em Atenção Hospitalar.
Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Mental.
Castro (2018) destaca que as contrarreformas na política de saúde apontam para o rompimento do caráter universal do sistema público de saúde, flexibilizam a gestão na lógica custo/benefício e estimulam a ampliação do setor privado na oferta de serviços de saúde. Essas mudanças podem ser observadas:
na mudança de concepção de saúde.
na refuncionalização dos princípios e diretrizes do SUS.
no reordenamento de recursos humanos em saúde.
na descentralização do poder decisório sob a política de saúde.
na desconfiguração da Política Nacional de Humanização.
No processo histórico dos debates sobre a residência destacam- se os seminários nacionais como espaço importante de discussão sobre a formação e a política de saúde. O I Seminário Nacional de Residências Multiprofissionais em Saúde, ocorrido em 2005, teve como eixos (Cfess, 2017):
estratégias para a construção de multidisciplinaridade, visando atender ao preceito da integralidade; construção de diretrizes nacionais para as residências multiprofissionais; composição da Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde (Cnrms); e criação do sistema nacional das residências multiprofissionais.
construção de alternativas que permitissem acompanhar as ações dos residentes; garantia da formação em serviço com qualidade; criação da Comissão de Residência Multiprofissional (Coremu) para o acompanhamento das residências multiprofissionais; e configuração do sistema nacional das residências multiprofissionais.
construção de normativas legais; instrumentalização das ações desenvolvidas junto às residências multiprofissionais; definição das atribuições dos tutores, preceptores e residentes; e garantia de financiamento para os sujeitos que compõem as residências multiprofissionais.
estratégias para a garantia da formação em serviço com qualidade; identificação dos problemas apresentados pelas residências multiprofissionais; construção de normativas legais para dirimir lacunas existentes; definição das atribuições dos sujeitos envolvidos.
Alguns desafios, no campo da assistência social, em sua perspectiva de integralidade, ainda não foram superados, segundo autores como Monnerat e Souza (2011). Entre os principais fatores influenciadores, destacam-se determinações sócio-históricas, políticas e econômicas que contribuem para que alguns obstáculos, afeitos ao processo de elaboração, implementação e execução dessa política, não sejam superados. Quando se consideram esses obstáculos, persistentes no campo da assistência social, como um das políticas que compõe o tripé da Seguridade Social Brasileira, cita-se/citam-se:
A sua lógica contributiva, as particularidades de sua dinâmica e formas de operacionalidade junto ao setor saúde e sistema previdenciário.
A previsão do atendimento integralizado e universal das necessidades mais ampliadas da população, como mecanismo de legitimação do sistema de proteção social brasileiro.
A imprecisa definição do que vem a ser uma política, programas, projetos e serviços, no âmbito da tipificação socioassistencial, mesmo considerando a suficiente aplicação de recursos financeiros.
A omissa atuação das organizações não governamentais que, mesmo tendo forte capacidade técnica setorial e recursos financeiros, responsabilizam o Estado pelo desenvolvimento de todas as ações ligadas à política de assistência social.
A interveniência de um clientelismo político, somada à precariedade do trabalho profissional desenvolvido por um corpo técnico que, com expressiva frequência, são contratados, temporariamente, para desenvolverem atividades em um campo com expressiva trajetória assistencialista.