Faz parte da atuação dos(as) assistentes sociais a preocupação com o provimento dos recursos financeiros no sentido de possibilitar aos familiares e aos (às) pacientes as condições mínimas de um tratamento com a diminuição de situações desagradáveis em relação à situação social e econômica.
A articulação interinstitucional, o procedimento de interconsulta com a equipe de saúde e o encaminhamento à rede de serviços são exemplos de ações interventivas dos(as) assistentes sociais, que muito contribuem para os (as) pacientes oncológicos e os respectivos familiares.
Os cuidados paliativos são uma alternativa para atuar em situações nos quais os cuidados ativos aos (às) pacientes já consideraram o (a) paciente fora da possibilidade de cura.
Segundo a posição teórica e política sobre os conselhos de saúde defendida pelas autoras Maria Inês Bravo e Juliana Menezes no texto “Participação popular e controle social na saúde” (2011), os conselhos são espaços:
A
de viabilização das ações do Estado com consentimento da população.
B
tensos e contraditórios, em que diferentes interesses estão em disputa.
C
burocratizados que não viabilizam a efetiva participação dos representantes.
D
de cooptação da sociedade civil por parte do Estado.
E
de consenso e de pacto, onde os diferentes interesses convergem em um interesse comum.
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