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O trabalho do/a assistente social, a partir dos anos 2000, vem atravessando processos gerais de precarização em suas condições e relações, desafiando seu exercício ético-profissional. Considerando esse apontamento, verifica-se que
apesar das novas tendências, pode-se afirmar que o profissional de serviço social possui autonomia para responder às demandas postas.
os processos de terceirizações e quarteirização dos vínculos trabalhistas foi um caminho positivo para manter o profissional de serviço social no mercado.
a forma como o Estado redesenha as estratégias de enfrentamento da questão social não infligem diretamente as relações trabalhistas do/a assistente social.
os vínculos trabalhistas encontram-se precarizados, mas o profissional de serviço social consegue manter-se crítico, propositivo e criativo no cotidiano profissional.
as informações e os dados produzidos e analisados no contexto do trabalho profissional precisam contribuir para fazer política em defesa das classes subalternas, apesar da conjuntura brasileira.