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O Movimento de Reconceituação do Serviço Social no Brasil deve ser compreendido de forma historicizada face ao significado econômico-social da Ditadura Civil Militar (1964-1985) em seus diversos âmbitos. A partir desta afirmativa, é correto afirmar que:
A Reconceituação brasileira assumiu a perspectiva hegemônica de uma modernização transformadora, o que se verifica nos Documentos de Araxá e de Teresópolis.
A autocracia burguesa não conseguiu criar condições para a formulação do Serviço Social de acordo com suas necessidades e interesses em função da Reconceituação profissional.
Durante a autocracia militar, a Escola de Serviço Social da Universidade Católica de Minas Gerais, acompanhando os influxos das mudanças acadêmico-profissionais da Reconceituação, foi um núcleo de oposição e contestação.
Processos societários provocaram, no período da autocracia burguesa, o fortalecimento do Serviço Social tradicional na América Latina e no Brasil, e minaram as bases do Movimento de Reconceituação levando a um silenciamento amplo da profissão com ausência de questionamentos que só começaram a emergir, mesmo que individualmente, a partir da década 1990.