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Embora o Brasil não viva uma situação de guerra civil ou de atentados terroristas, a violência tem sido um dos temas mais frequentes no noticiário nacional, uma preocupação política e um tormento para o brasileiro comum, independentemente de sua classe social, de seu nível de instrução, de sua religião ou de sua inclinação política. Vive-se atualmente um clima de medo e insegurança generalizado. Essa sensação é confirmada pelas estatísticas que revelam o aumento crescente da criminalidade e, ao lado dela, da mortalidade por violência em nosso país, sendo o jovem a vítima preferencial.
(BRYM, Robert [et al.] Sociologia: sua bússola para um novo mundo. São Paulo: Thomson Learning, 2006. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta as causas estruturais da violência nas áreas urbanas.
A violência urbana é fruto do consumo de drogas que conduz os usuários à formação de guetos e à fuga do mercado de trabalho.
A ausência de uma política de assistência social que ampare os pobres para que se mantenham distantes do crime organizado.
A falta de investimento público no sistema prisional, que pela falta de vagas, antecipa a liberdade condicional aos condenados.
A exclusão social, provocada pelo desemprego estrutural e pela ausência de perspectivas, fornece a base social para a criminalidade urbana.
A violência urbana no Brasil se encontra restrita as gangues juvenis que atuam nas áreas urbanas pela ausência de políticas públicas voltadas para a orientação social da juventude.