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Marx, ao discutir sobre a natureza do conceito de trabalho, utiliza o conhecido exemplo comparativo entre o trabalho da abelha e do arquiteto para estabelecer, no caso da primeira, a diferença entre o instinto e a teleologia. Nesse contexto, é correto afirmar que:
diferentemente dos animais, os homens não pertencem à natureza.
o materialismo histórico e dialético, como método analítico, dispensa neste caso a análise do trabalho criativo e auto-criativo.
autor, mediante o materialismo, subestima a importância dos limites naturais que persistem e sempre persistirão na condição humana.
relativização do papel do trabalho na autocriação do homem não se relaciona com a perspectiva da divisão social do trabalho.
Marx considera a natureza e os limites impostos pela mesma. Entretanto, concebe a ação do homem como um processo no qual o sujeito está empenhado em fazer recuar as barreiras naturais até o limite do possível.