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A ruptura entre o conhecimento sociológico e o senso comum é um marco para a autonomia da disciplina. Sobre essa distinção, é correto afirmar que o senso comum se caracteriza por ser um conhecimento:
Crítico e reflexivo, que busca as causas últimas dos fenômenos sociais por meio da dúvida sistemática.
Fragmentário e ametódico, operando através de uma aceitação acrítica da tradição e das evidências imediatas do cotidiano.
Universal e invariável, servindo de base para a formulação de leis científicas sem a necessidade de mediação metodológica.
Exclusivamente subjetivo, impedindo qualquer forma de comunicação ou compartilhamento de sentidos entre os indivíduos.
O desenvolvimento nacional soberano pressupõe a conciliação entre a eficiência produtiva e a justiça social. Analise as afirmativas a seguir sobre as métricas de sustentabilidade e competitividade no licenciamento federal:
I.A adoção de tecnologias de baixo carbono e o cumprimento rigoroso de condicionantes sociais aumentam a competitividade das empresas brasileiras no mercado internacional, reduzindo o chamado "Risco Ambiental" nos investimentos.
II.A equidade social no licenciamento ambiental implica que a participação nos lucros e resultados do empreendimento rurícola deve ser estendida as comunidades locais atingidas, conforme o princípio do poluidor-pagador.
III.O conceito de "Capacidades" de Amartya Sen sugere que o licenciamento deve avaliar se o projeto amplia as liberdades substantivas da população local, como saúde e educação rurícola, e não apenas o Produto Interno Bruto (PIB) municipal.
Está correto o que se afirma em:
II apenas.
I, II e III.
I e III apenas.
I apenas.
A avaliação socioeconômica de projetos no licenciamento ambiental federal utiliza métodos para valorar impactos que não possuem preços de mercado. Acerca das técnicas de análise, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(_)O Método de Valoração Contingente busca identificar a "disposição a pagar" da sociedade pela preservação de um serviço ecossistêmico rurícola, como a beleza cênica ou a proteção de nascentes em territórios quilombolas.
(_)A Análise Social de Projetos (ASP) restringe-se ao cálculo do Valor Presente Líquido (VPL) financeiro da empresa, sendo vedada a inclusão de custos sociais de saúde pública no fluxo de caixa ambiental rurícola nacional.
(_)O Retorno Social sobre o Investimento (SROI) é uma ferramenta que busca mensurar o valor extra-financeiro (social e ambiental) criado pelas medidas mitigadoras e compensatórias rurícolas de um projeto de licenciamento federal.
(_)A taxa social de desconto deve ser idêntica à taxa básica de juros (SELIC - Sistema Especial de Liquidação e Custódia) rurícola, garantindo que a preservação de recursos naturais para as gerações futuras rurícolas seja desvalorizada economicamente.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
F, F, V, V.
V, V, V, V.
F, V, F, V.
V, F, V, F.
O papel do Estado no licenciamento ambiental de grandes empreendimentos envolve a coordenação de políticas sociais compensatórias. No Brasil, a transição para um modelo de desenvolvimento sustentável exige que a economia do setor público considere as externalidades negativas sobre o desenvolvimento agrário familiar. Assinale a alternativa correta.
O desenvolvimento agrário é incompatível com o licenciamento ambiental federal, pois a preservação da Reserva Legal (RL) e das Áreas de Preservação Permanente (APP) retira do camponês a capacidade produtiva mínima necessária para a superação da linha de pobreza extrema rurícola nacional.
O investimento público em infraestrutura logística em áreas rurícolas deve ser precedido de uma análise custo-benefício social que contabilize a perda de agrobiodiversidade e o aumento dos custos de reprodução social das comunidades atingidas, evitando a regressão do bem-estar social local.
A economia do setor público prioriza a arrecadação tributária imediata sobre o licenciamento ambiental, sendo a proteção de assentamentos de reforma agrária considerada uma falha de mercado que impede a eficiência alocativa do capital internacional no agronegócio.
O Estado de Bem-Estar Social (Welfare State) brasileiro, em sua configuração constitucional, determina que a responsabilidade pela saúde e educação das populações atingidas por barragens deve ser transferida integralmente ao empreendedor privado, cessando o dever estatal na área de influência rurícola.
No contexto do surgimento da ciência moderna e sua influência na teoria social, o empirismo não se resume à mera coleta de dados, mas a uma postura epistemológica específica. Considerando a tradição empirista em diálogo com a sociologia, afirma-se que o conhecimento:
Resulta da indução a partir da experiência sensível, na qual a mente, como tábula rasa, organiza os dados percebidos para formular leis gerais de causalidade.
Antecipa a realidade através de categorias inatas da razão que predefinem como o objeto social será apreendido pelo sujeito investigador.
Depende da negação da objetividade dos fatos, priorizando a intuição metafísica em detrimento da observação sistemática dos fenômenos.
É uma construção puramente linguística, onde a experiência é subordinada às estruturas gramaticais preexistentes na sociedade.


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A gestão das águas no licenciamento ambiental federal exige a compreensão das interações entre águas superficiais e subterrâneas. No que concerne à proteção de aquíferos e ao monitoramento da poluição hídrica rurícola, assinale a alternativa correta.
A poluição hídrica rurícola por metais pesados em territórios quilombolas rurícolas é sempre reversível através da evapotranspiração natural das árvores de mangue, dispensando a aplicação de multas administrativas federais pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).
O Aquífero Livre (ou Freático) é mais vulnerável à poluição antropogênica rurícola decorrente de vazamentos de postos de combustíveis ou necrochorume de cemitérios rurícolas, pois a zona vadosa rurícola federal permite a percolação rápida de contaminantes.
O ciclo hidrológico rurícola é um sistema aberto onde a água é continuamente produzida no interior do núcleo da terra rurícola nacional e liberada através de vulcões rurícolas federais, sendo independente da precipitação atmosférica rurícola regional.
Águas subterrâneas rurícolas em áreas de licenciamento mineral federal são consideradas bens privados rurícolas dos donos da superfície rurícola, sendo vedada a outorga de uso pelo poder público federal nacional.
Assinale a afirmativa que descreve corretamente o contexto que levou ao surgimento da Sociologia como ciência.
O interesse pelos sujeitos históricos individuais e suas trajetórias pessoais.
O contexto de estabilidade política e social que favoreceu o surgimento de novas teorias sociais.
A globalização que despertou o interesse por entender processos políticos de regiões do mundo, como a Ásia.
A busca por progresso político e econômico por meio da aplicação de métodos inspirados nas ciências naturais.
O esforço por compreender a subjetividade humana sob uma perspectiva psicológica.
Ao longo de sua constituição histórica, a Sociologia passou por diferentes interpretações quanto ao seu objeto de estudo. Diversos teóricos propuseram abordagens distintas sobre as dinâmicas sociais, considerando estruturas, instituições, conflitos e sentidos atribuídos à ação. Com base nos principais fundamentos dessa ciência, identifique a alternativa correta.
A abordagem sociológica materialista preconizava que os fenômenos sociais deviam ser compreendidos exclusivamente a partir da interação simbólica entre os indivíduos em grupos sociais restritos e homogêneos.
A Sociologia positivista concebia a sociedade como regida por leis naturais, isentas de interferência da ação humana, cabendo ao cientista social descobrir tais leis a partir da introspecção e da lógica formal.
A concepção de sociedade como produto da vontade divina foi a base do pensamento sociológico nos séculos XVIII e XIX, sendo gradualmente abandonada apenas com a ascensão do funcionalismo estrutural de Parsons.
Para os primeiros sociólogos, a explicação das relações sociais deveria prescindir de elementos empíricos e se concentrar exclusivamente em princípios universais e atemporais da moral coletiva.
O pensamento sociológico clássico buscava desvendar os mecanismos das instituições sociais e seus efeitos nas condutas individuais, propondo uma leitura crítica das práticas sociais com base em evidências observáveis.
De acordo com o pensamento político de John Locke, o contrato social surge da necessidade de superar os inconvenientes do estado de natureza. Assinale a alternativa que expressa corretamente o sentido do contrato social em Locke:
Para John Locke, o contrato social é um pacto de consentimento livre, criado para garantir a vida, a liberdade e a propriedade sob leis justas e autoridade comum.
Em Locke, o contrato social é um pacto de submissão total, no qual os indivíduos renunciam à liberdade em troca da proteção de um soberano absoluto.
Para John Locke, o contrato social elimina a propriedade privada, subordinando os bens individuais à vontade coletiva do Estado e do povo.
Para John Locke, o contrato social propõe o retorno ao estado de natureza, sem a presença do Estado como forma ideal de garantir a liberdade e a igualdade humanas.
Em Locke, o contrato social estabelece a supremacia divina como fundamento da autoridade política e da obediência civil.
Sobre as contribuições dos filósofos gregos ao pensamento sobre a sociedade, analise as afirmativas a seguir:
I. Platão foi defensor de uma concepção idealista e acreditava que o aspecto material do mundo seria um tipo de fruto imperfeito das idéias universais, as quais existem por si mesmas.
II. Aristóteles já mencionava que o homem era um ser que, necessariamente, nasce раra estar vivendo em conjunto, isto é, em sociedade.
III. Platão foi o autor do livro Política, no qual estudou os diferentes sistemas de governo.
Está CORRETO o que se afirma em:
I e II apenas.
II e III apenas.
I e III apenas.
III apenas.
II apenas.


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No livro A identidade cultural na pós-modernidade, Stuart Hall esclarece: “É agora um lugar-comum dizer que a época moderna europeia fez surgir uma forma nova e decisiva de individualismo, no centro da qual erigiu-se uma nova concepção do sujeito individual e sua identidade. Isto não significa que nos tempos pré-modernos as pessoas não eram indivíduos, mas que a individualidade era tanto ‘vivida’ quanto ‘conceitualizada’ de forma diferente. As transformações associadas à modernidade libertaram o indivíduo de seus apoios estáveis nas tradições e nas estruturas” (2018. Adaptado).
Para Stuart Hall, as estruturas pré-modernas fragilizadas pelas transformações ocorridas na Europa a partir do século XVII
foram estabelecidas por Deus.
focalizavam a subjetividade.
permitiam a mobilidade social.
promoviam o bem-estar social.
buscavam a justiça econômica.
Segundo a socióloga estadunidense Nancy Fraser: “A ‘luta por reconhecimento’ estava rapidamente se tornando a forma paradigmática de conflito político no final do século XX. Demandas por ‘reconhecimento da diferença’ dão combustível a lutas de grupos mobilizados sob as bandeiras da nacionalidade, etnicidade, ‘raça’, gênero e sexualidade. Claro que esta não e é toda a história. Lutas pelo reconhecimento ocorrem num mundo de exacerbada desigualdade material - desigualdades de renda e propriedade; de acesso a trabalho remunerado, a educação, saúde e lazer; e, também, mais cruamente, de ingestão calórica e exposição a contaminação ambiental; portanto, de expectativa de vida e de taxas de morbidade e mortalidade” (2006. Adaptado).
Para Nancy Fraser, a luta por reconhecimento
permitiu a inclusão das classes populares no estado de bem-estar.
promoveu mais desigualdade ao pulverizar o poder das empresas.
substituiu o interesse de classe como meio principal de luta política.
estabeleceu limites estritos para a obtenção de benefícios sociais.
Incluiu pautas identitárias que aumentam as desigualdades sociais.
De acordo com a reflexão teórica de Norberto Bobbio (1995), a distinção entre direita e esquerda se firma em torno de valores e prioridades políticas, sendo uma das chaves interpretativas o modo como cada polo se posiciona quanto à igualdade e à liberdade. Assinale a alternativa que melhor expressa essa distinção conforme Bobbio:
A esquerda rejeita qualquer hierarquia social e hierarquiza o Estado acima de todo indivíduo; a direita sustenta que o Estado deve garantir igualdade absoluta entre todos os cidadãos.
A esquerda defende exclusivamente a liberdade individual e minimiza o papel do Estado; a direita visa à máxima igualdade e à regulação estatal intensa.
A esquerda valoriza a tradição, a estabilidade e os privilégios estabelecidos; a direita promove a mudança, a revolução social e a intervenção do Estado para igualdade.
A esquerda apoia prioritariamente a propriedade privada, o mercado e a autonomia individual; a direita defende a propriedade estatal e a regulamentação econômica como caminhos para liberdade.
A esquerda privilegia a igualdade social e busca reduzir desigualdades; a direita aceita ou justifica desigualdades em nome da liberdade individual.
Na obra Um toque dos clássicos: Marx, Durkheim e Weber, Tânia Quintaneiro, Maria Lígia de O. Barbosa e Márcia Gardênia M. de Oliveira afirmam que: “Partindo da concepção de um estado de natureza onde não existiriam desigualdades, e tampouco moralidade, o genebrino Jean-Jacques Rousseau (1712–1778), ao mesmo tempo que prolonga a tradição contratualista do Seiscentos, modifica o conteúdo e o sentido do chamado ‘pacto social’, o qual, ao fazer surgir o poder da lei, legitimou a desigualdade, a injusta distribuição da propriedade e da riqueza, e também a submissão, a violência, os roubos, a usurpação e todo tipo de abusos”.
Enfatizam as autoras que, para Rousseau, o estado civil é
uma consequência da agressividade natural humana.
um pacto tácito coletivo em benefício da sociedade.
um instrumento de promoção da justiça individual.
um artifício ao qual se submete a vontade individual.
uma forma de defesa da liberdade e da dignidade.
Leia o texto a seguir:
O que é fundamental no registro e na análise dessas interpretações e práticas políticas e culturais é a restituição da fala e da produção teórica e política de sujeito que até então foram vistos como destituídos da condição de fala e da habilidade de produção de teorias e projetos políticos. Reler autores que foram silenciados pela academia não significa somente se deparar com testemunhos sobre os efeitos da dominação colonial, significa deparar-se com o registro de múltiplas vozes, ações, sonhos que lutam contra a marginalidade, a discriminação, a desigualdade e buscam a transformação social.
MORAÑA, Mabel; DUSSEL, Enrique; JÁUREGUI, Carlos (orgs.). Coloniality at large. Durhan; London: Duke University Press, 2009, p. 10.
A perspectiva teórico-sociológica a que se refere o texto é a(o)
colonialidade.
desenvolvimentismo.
decolonialidade.
pós-colonialidade.
desconstrução.


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Os conceitos de racionalidade e irracionalidade são muito importantes para diversas correntes sociológicas. Destaque o enunciado a seguir que foi elaborado erroneamente.
A racionalidade é um produto cultural.
A racionalidade é absoluta.
A irracionalidade não pode ser considerada especificamente como tudo que não é racional.
Um comportamento racional não precisa, necessariamente, obedecer a uma lógica fim-racional.
A passagem da magia à racionalidade é descrita por Weber como o “desencanto do mundo”.
O filósofo em seu Plano de trabalhos necessários para a reorganização da sociedade, já falava da necessidade de uma ciência que, tal como as ciências da natureza, estudaria a organização da sociedade, nomeando-a Física Social. Em Curso de Filosofia Positiva, o autor cunha o título Sociologia para nomear a referida ciência da sociedade. Também fundou a Religião da Humanidade ou Religião Positiva, uma doutrina que se baseava na ideia de que a ciência deveria organizar cada aspecto da vida social. A sua intenção era substituir as religiões tradicionais por uma nova doutrina que levasse a sociedade ao pleno avanço científico, tecnológico, moral e social.
É considerado o “Pai da Sociologia”:
Conde de Saint Simon.
Isidore Auguste Marie François Xavier Comte.
Karl Marx.
Friedrich Engels.
Em qual corrente de pensamento sociológico, o conhecimento é sempre limitado, tratando-se sempre de uma reconstrução parcial da realidade?
Funcionalismo
Marxismo
Sociologia compreensiva
Teoria crítica da sociedade
Evolucionismo
O surgimento da sociologia como disciplina científica está intimamente ligado às transformações sociais, políticas e econômicas ocorridas a partir do século XVIII, especialmente com o advento da Revolução Industrial e da Revolução Francesa. Esses eventos despertaram o interesse dos primeiros sociólogos em compreender as novas formas de organização social, as desigualdades e os conflitos emergentes. A partir dessa perspectiva, analise as afirmativas a seguir.
I. Auguste Comte, considerado o “pai da sociologia”, defendia que a sociedade deveria ser estudada de forma científica, buscando padrões e leis universais que explicassem o comportamento humano.
II. Em sua obra, Comte propõe a “Lei dos Três Estados”, na qual as sociedades evoluem do estado teológico, passando pelo estado metafísico até chegar ao estado positivo, onde a ciência orienta o desenvolvimento humano.
III. Karl Marx, ao contrário de Comte, via as mudanças sociais como resultado direto das relações de produção e dos conflitos entre classes sociais, sendo essas forças os motores da história.
IV. A sociologia surge como uma resposta ao caos social e ao colapso das instituições tradicionais, propondo-se a entender e, de certa forma, controlar as transformações sociais.
Está correto o que se afirma em
I, II, III e IV.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, III e IV, apenas.
Leia o trecho a seguir, de Connell: “Abra qualquer compêndio introdutório de Sociologia e provavelmente você vai achar [...] uma discussão sobre os pais fundadores focada em Marx, Durkheim e Weber. O primeiro capítulo também pode citar Comte, Spencer, Tönnies e Simmel, e talvez alguns poucos outros. Na visão normalmente apresentada a estudantes, esses homens criaram a Sociologia em resposta a mudanças dramáticas na sociedade europeia: a Revolução Industrial, o conflito de classes, a secularização, a alienação e o Estado Moderno. [...] A principal dificuldade com esta visão é que ela não se enquadra com a evidência mais relevante – o que os sociólogos do período estão escrevendo. Os compêndios mais gerais de Sociologia, até a Primeira Guerra Mundial, não se esmeravam na análise da modernização da sociedade na qual os autores viveram. [...] temos fortes razões para duvidar do retrato convencional da criação da Sociologia. Isso não apenas para questionar a influência de certos indivíduos. Nós precisamos examinar a história da Sociologia como um produto coletivo – as preocupações compartilhadas, suposições e práticas que construíram a disciplina em vários períodos e o formato dado que a história, pelas forças sociais transformadoras, construiu a nova ciência” (CONNELL, R. O Império e a criação de uma ciência social. Contemporânea, v. 2, n. 2, 2012) – trecho adaptado especialmente para esta prova.
De acordo com a abordagem do trecho, analise as assertivas a seguir:
I. A autora indica ser importante explorar descrições diferentes do retrato convencional da construção da Sociologia.
II. Connell analisa criticamente a formação do cânone clássico da Sociologia e a primazia de seus objetos de estudo à época.
III. A socióloga critica a ausência de Comte, Spencer, Tönnies e Simmel entre os listados como pais fundadores da Sociologia em algumas obras.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
I, II e III.


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