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A busca pela objetividade está na base do conhecimento sociológico desde as suas origens, com a ciência social positivista. Conforme a concepção positivista,
as teorias, uma vez reconhecidas pela comunidade científica, devem ser transformadas em doutrinas.
o conhecimento deve ser construído com base na experiência sensível e imediata da vida cotidiana.
a sociologia deve constituir-se como um tipo de saber normativo.
a sociedade deve ser investigada como coisa, ou seja, sem a interferência de pré-noções, crenças ou juízos de valor.
os fatos devem ser examinados isoladamente, sem conexão com outros fatos da vida social.
Em A identidade cultural na pós-modernidade, Stuart Hall (2019) examina a crise da concepção Iluminista de sujeito — compreendido como unitário, racional e dotado de identidade estável — a partir de transformações ocorridas no interior das Ciências Humanas ao longo do século XX. Para o autor, esse processo resulta de cinco descentramentos do sujeito moderno, explicitamente identificados e sistematizados na obra, que deslocam a noção de autonomia plena para uma concepção histórica, relacional e discursivamente constituída de identidade.
A sequência que apresenta os cinco descentramentos do sujeito moderno, tal como discutidos por Hall (2019), está corretamente indicada em
o feminismo / a virada linguística / o pós-modernismo / o existencialismo / a globalização neoliberal.
o pensamento foucaultiano / o marxismo / o existencialismo / o pós-colonialismo / os estudos culturais.
o marxismo / a psicanálise freudiana / a linguística estrutural / o pensamento foucaultiano / o feminismo.
as teorias decoloniais / o pós-modernismo / o existencialismo / o marxismo cultural / o pensamento foucaultiano.
a psicanálise freudiana / o marxismo / a teoria da ação comunicativa / as teorias decoloniais / o pósmodernismo.
Preconceito e discriminação são preocupações constantes entre os sociólogos. Parte das primeiras correntes sociológicas, entretanto, sustentava ideias preconceituosas e servia de justificativa para práticas discriminatórias, a exemplo do
evolucionismo.
funcionalismo.
estruturalismo.
relativismo.
marxismo.
O surgimento da Sociologia enquanto ciência está fortemente atrelado às transformações sociais, econômicas e políticas vivenciadas na Europa entre os séculos XVIII e XIX. Considerando esse contexto, identifique a alternativa correta.
As desordens sociais resultantes das revoluções modernas suscitaram a formulação de modelos científicos, como o positivismo, que buscavam entender a sociedade sob princípios de ordem e progresso.
A constituição da Sociologia como ciência reflete um esforço teórico de ruptura com os paradigmas das ciências naturais, promovendo uma metodologia exclusivamente metafísica e subjetiva.
O processo de urbanização e industrialização impulsionou uma reação social conservadora, que culminou na rejeição do pensamento científico sobre a organização da sociedade.
A Sociologia nasce da necessidade de interpretar as novas dinâmicas sociais geradas pelas revoluções burguesas, priorizando uma análise racionalista, idealista e não empírica da realidade.
A consolidação da Sociologia foi impulsionada pela recusa generalizada da ideia de que a sociedade poderia ser regida por leis universais, tal como propunham os filósofos iluministas.
Comida é patrimônio e não mercadoria; esta é uma expressão que as mulheres em suas práticas produtivas e de agroextrativismo afirmam para o sentido das identidades sociais e históricas das culturas alimentares. Os significados estão expressos no art. 216 da Constituição de 1988, que diz ser o patrimônio constituído de bens de natureza material e imaterial, portadores de referência à identidade, à ação e à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira.
Certo
Errado


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[...] tanto as Ciências Naturais quanto as Sociais partem de um mesmo compromisso com o princípio lógico do conhecimento e, ainda, que ambas compartilham do mesmo rigor na atualização dos métodos de investigação. Ou seja, apesar de diferentes, cada um desses ramos de conhecimento é igualmente válido como estudo científico. Mas essa constatação deixa ainda em aberto a questão sobre a especificidade das Ciências Sociais, ou, em outras palavras, sobre como o objeto de estudo desse ramo de conhecimento pode ser tratado de forma científica.
CASTRO, Celso; O’DONNELL, Julia. Introdução às ciências sociais. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2015. [Coleção FGV Universitária]. p. 24.
Acerca da especificidade das Ciências Sociais, pode-se afirmar:
As Ciências Sociais possuem menor validade científica que as Ciências Naturais, pois seus objetos de estudo não permitem controle experimental, o que compromete a possibilidade de produção de conhecimento objetivo.
A especificidade das Ciências Sociais reside no fato de que seus objetos, os seres humanos em interação, são também sujeitos da experiência, exigindo abordagens que considerem sentido, interpretação e contexto histórico-social.
A cientificidade das Ciências Sociais é garantida quando seus métodos reproduzem, de maneira rigorosa, os experimentos laboratoriais típicos das Ciências Naturais, eliminando a subjetividade dos pesquisadores.
Por tratarem de fenômenos subjetivos e simbólicos, as Ciências Sociais devem ser compreendidas como formas de expressão cultural que tratam da relação entre indivíduos sociais
O objetivo principal das Ciências Sociais é a previsão sobre o comportamento humano, o que as aproxima diretamente das leis universais da Física e da Química, dispensando mediações interpretativas.
Durante pesquisa etnográfica sobre juventudes em um colégio estadual, uma professora registra, em seu diário de campo, observações sobre como os estudantes do Ensino Médio constroem suas identidades corporais e sexuais. Inspirada nos trabalhos de Margaret Mead sobre a relatividade cultural da adolescência, ela documenta fotograficamente as diferentes formas de expressão juvenil. A professora nota como Kimberlé Crenshaw estava certa ao apontar que as experiências dos jovens não podem ser compreendidas considerando apenas uma categoria isolada, pois gênero, raça, classe e sexualidade se interseccionam na produção de suas subjetividades. As entrevistas em profundidade revelam narrativas complexas sobre descobertas sexuais, pressões sociais e resistências cotidianas que ecoam as análises de Guacira Lopes Louro sobre o funcionamento da escola como espaço de produção e regulação das sexualidades juvenis. Os estudantes relatam situações de discriminação, mas também de resistência, mostrando como seus corpos se tornam territórios de disputa política e cultural. A pesquisa revela como os jovens mobilizam estratégias criativas para negociar normas institucionais, criando espaços de liberdade dentro das estruturas disciplinares escolares.
Com base nessa pesquisa etnográfica, a análise que articula as discussões sobre produção do corpo e sexualidade ao conceito de juventude na perspectiva da Antropologia e Sociologia do Corpo é:
A juventude representa uma fase biológica universal, caracterizada por transformações hormonais que determinam comportamentos sexuais padronizados, independentemente de contextos culturais e sociais específicos.
O corpo jovem constitui território de disputa no qual se cruzam marcadores sociais como gênero, raça e classe, produzindo subjetividades, por meio de negociações, entre normas institucionais e resistências criativas.
A sexualidade juvenil deve ser compreendida como desvio temporário do desenvolvimento normal, exigindo intervenções pedagógicas para adequação aos padrões adultos de comportamento.
As expressões corporais e sexuais dos jovens refletem influências exclusivamente midiáticas contemporâneas, desconectadas de processos históricos e estruturas sociais mais amplas.
De acordo com o pensamento político de John Locke, o contrato social surge da necessidade de superar os inconvenientes do estado de natureza. Assinale a alternativa que expressa corretamente o sentido do contrato social em Locke:
Para John Locke, o contrato social é um pacto de consentimento livre, criado para garantir a vida, a liberdade e a propriedade sob leis justas e autoridade comum.
Em Locke, o contrato social é um pacto de submissão total, no qual os indivíduos renunciam à liberdade em troca da proteção de um soberano absoluto.
Para John Locke, o contrato social elimina a propriedade privada, subordinando os bens individuais à vontade coletiva do Estado e do povo.
Para John Locke, o contrato social propõe o retorno ao estado de natureza, sem a presença do Estado como forma ideal de garantir a liberdade e a igualdade humanas.
Em Locke, o contrato social estabelece a supremacia divina como fundamento da autoridade política e da obediência civil.
Leia a passagem abaixo, que trata do método de pesquisa em Ciências Sociais:
Vejamos o exemplo das pesquisas de intenção de voto. É comum, em disputas eleitorais, candidatos mal colocados negarem a validade de determinada pesquisa dizendo, por exemplo, que “não conhece ninguém que tenha sido entrevistado” ou que “a única opinião que interessa é a das urnas”. Já os candidatos bem colocados ou em ascensão geralmente valorizam o resultado das pesquisas, visto como uma “tendência positiva”.
CASTRO, Celso; O’DONNELL, Julia. Introdução às ciências sociais. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2015. [Coleção FGV Universitária]. p. 219.
Considerando os principais métodos utilizados em pesquisas nas Ciências Sociais, assinale a alternativa que apresenta o método indicado na passagem.
Estudo de caso: método que se concentra na análise aprofundada de uma única situação, grupo ou evento, com o objetivo de compreender suas particularidades.
Etnografia: pesquisa baseada na observação participativa, geralmente utilizada para entender culturas e práticas sociais em contextos específicos.
Quantitativo: abordagem que utiliza técnicas estatísticas para coletar e analisar dados numéricos, buscando padrões e generalizações sobre um grupo social.
Survey: método baseado na aplicação de questionários padronizados a uma amostra representativa da população, com o objetivo de coletar dados quantitativos.
Qualitativo: abordagem interpretativa que busca compreender significados e experiências sociais por meio de entrevistas, observações e análise de discursos.
"...temos o direito a ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito a ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades”.
(Santos, Boaventura de Sousa. Reconhecer para libertar: os caminhos do cosmopolitanismo multicultural, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 56).
Com base no texto, qual é a proposta de Boaventura de Sousa Santos em relação à igualdade e diferença?
A igualdade deve reconhecer as diferenças e a diferença deve combater as desigualdades.
A igualdade deve ser mantida a qualquer custo, independentemente das diferenças.
As diferenças devem ser desconsideradas para promover a igualdade.
A igualdade e a diferença são conceitos opostos e irreconciliáveis.
A igualdade deve ser alcançada através da homogeneização cultural.


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“Só a antropofagia nos une, socialmente, economicamente, filosoficamente” (Oswald de Andrade, Manifesto Antropofágico, 1928). A proposta modernista consistia em reapropriar elementos culturais estrangeiros e ressignificá-los em chave brasileira.
Assinale a alternativa que melhor traduz a noção de antropofagia cultural.
Supressão de expressões regionais, impondo paradigmas homogêneos como modelos literários predominantes.
Dissolução de identidades culturais, convertendo hibridismo em universalidade artificial contemporânea.
Neutralização de influências externas, preservando cânones universais como única referência estética.
Rejeição de contaminações culturais, fixando fronteiras rígidas entre códigos nacionais homogêneos.
Reapropriação crítica de códigos globais, ressignificando-os em chave cultural híbrida brasileira.
O valor cultural do ato de comer e do modo alimentar é cada vez mais entendido como um ato agrário, com a comida sendo uma espécie de tradutora de povos, nações, civilizações, grupos étnicos, comunidades e famílias.
Certo
Errado
Opinião formada antecipadamente sobre pessoas, grupos ou sociedades, frequentemente sem fundamento ou baseada em estereótipos, resultando em um julgamento negativo e prévio. O trecho refere-se ao(à):
Racismo.
Preconceito.
Discriminação.
Cultura negra.
Oralidade.
A história de vida é uma daquelas noções do senso comum que entram de contrabando no universo acadêmico; primeiro, sem tambor nem trompete, pelos etnólogos; depois, mais recentemente, e não sem estrondo, entre os sociólogos. Falar de história de vida é pressupor pelo menos, e isto não é pouco, que a vida é uma história e uma vida é inseparavelmente o conjunto de acontecimentos de uma existência individual concebida como uma história e o relato desta história. O mundo social, que tende a identificar a normalidade com a identidade, entendida como constância de si mesmo de um ser responsável, ou seja, previsível ou, no mínimo, inteligível, à maneira de uma história bem construída, dispõe de todos os tipos de instituições de totalização e de unificação do eu.
Os acontecimentos biográficos são definidos como muitos posicionamentos e deslocamentos no espaço social, ou seja, mais precisamente, nos diferentes estados sucessivos da estrutura de distribuição das diferentes espécies de capital envolvidas em dado campo
Adaptado de: BOURDIEU, Pierre. L’illusion biographique. In: Actes de la recherche en sciences sociales. Vol. 62-63, 1986.
Com base na leitura do trecho, é correto afirmar que, segundo o autor, o sociólogo, ao estudar biografias, deve
buscar a coerência entre os eventos pessoais, construindo uma ideia de trajetória de progresso linear contínuo.
perceber que a trajetória possui um sentido intrínseco, moldado naturalmente pela vivência individual.
focar na construção da sucessão cronológica dos acontecimentos da vida.
selecionar os eventos mais significativos que representam a totalidade da vida.
tornar a trajetória inteligível por meio da análise da estrutura social.
A patrimonialização contemporânea da alimentação insere-se no vasto movimento que faz a noção de patrimônio passar do âmbito privado para o público, do econômico para o cultural, sendo também sinal de outras transformações das representações sociais, estando relacionada à noção de patrimônio imaterial, que engloba práticas cotidianas e populares.
Certo
Errado


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Na estrutura de um plano de aula sobre teorias contratualistas que articule adequadamente objetivos, metodologia e justificativa teórica dos conceitos de Educação Negativa e Educação Natural de Rousseau, o elemento que demonstra compreensão correta dessa articulação é:
Transmissão de conteúdos sobre o pensamento político clássico de Rousseau por meio de metodologia expositiva, justificando-se pela necessidade de disciplinar comportamentos estudantis conforme normas institucionais estabelecidas.
Comparação de diferentes conceitos presentes nas obras de Rousseau por meio de metodologia de análise textual tradicional, justificando-se pela superioridade epistemológica do conhecimento acadêmico sobre saberes cotidianos dos estudantes.
Avaliação da capacidade de memorização de conceitos contratualistas presentes em Rousseau por meio de metodologia behaviorista de estímulo-resposta, justificando-se pela eficiência pedagógica de técnicas de condicionamento para aprendizagem política dos estudantes.
Promoção da construção autônoma do conhecimento sobre democracia por meio de metodologia participativa que respeite o desenvolvimento natural dos estudantes, justificando-se pela coerência entre princípios educacionais e políticos presentes em Rousseau.
Considerando as características da perspectiva "compreensiva" em sociologia, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Enfatizar a importância de entender as ações sociais a partir do ponto de vista dos atores envolvidos.
(__)Focar apenas em dados quantitativos e análises estatísticas para explicar fenômenos sociais.
(__)Buscar compreender os significados que os indivíduos atribuem às suas ações e interações sociais.
(__)Assegurar a neutralidade e objetividade positivista do sociólogo diante do fenômeno estudado.
(__)Considerar que a sociologia deve interpretar as intenções e motivações subjacentes das ações humanas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
V − V − V − F − F.
V − F − V − F − V.
F − F − F − V − V.
F − V − F − V − V.
V − F − F − V − F.
A pré-história da Sociologia é marcada por contribuições filosóficas e políticas que precederam seu estabelecimento como ciência. Com base nesse panorama, assinale a alternativa correta.
Pensadores como Platão e Aristóteles já refletiam sobre a organização social, mas foi a partir das revoluções modernas que se consolidou a sistematização científica das relações humanas.
A estrutura teológica da Idade Média forneceu o embasamento metodológico que sustentou o surgimento da Sociologia como ciência independente no século XIX.
As ideias de Santo Agostinho e Tomás de Aquino contribuíram diretamente para os métodos empíricos utilizados pelos sociólogos clássicos do século XIX.
A Revolução Francesa consolidou-se como movimento exclusivamente político, sendo suas implicações sociais desconsideradas pelos fundadores da Sociologia.
O pensamento dos filósofos gregos antigos foi totalmente substituído pelos ideais iluministas e não exerceu influência no desenvolvimento das teorias sociológicas.
A Sociologia, desde suas origens, buscou entender as transformações da sociedade moderna. A consolidação do capitalismo, o declínio do sistema feudal e o surgimento de novas formas de organização política e econômica provocaram profundas mudanças nos modos de vida. Com base nessa perspectiva, assinale a alternativa correta.
A Sociologia do século XIX rejeitou as contribuições da Filosofia e da História, optando por uma abordagem isolada e autossuficiente, voltada exclusivamente para os dados estatísticos e matemáticos.
A modernização das sociedades ocidentais, segundo a visão clássica sociológica, consistia na superação dos conflitos sociais por meio da difusão universal da técnica e da ciência aplicada à moral coletiva.
O processo de urbanização e a fragmentação das relações comunitárias despertaram nos primeiros sociólogos o interesse em analisar os efeitos da individualização e da racionalização da vida social.
O desenvolvimento das ciências sociais esteve desvinculado das disputas políticas e ideológicas, sendo motivado exclusivamente por interesses neutros de investigação acadêmica e científica.
A Sociologia emerge com o propósito de restaurar valores tradicionais da sociedade feudal, propondo uma reorganização social orientada pela autoridade monárquica e pelo poder eclesiástico.
De acordo com Ricardo Antunes em Adeus ao trabalho? Ensaios sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho (2005), o binômio taylorismo/fordismo consolidou-se como forma dominante de organização do trabalho no século XX, caracterizando-se por intensa racionalização e produção em massa. Assinale a alternativa que expressa corretamente essa forma de organização do trabalho:
O taylorismo e o fordismo buscaram aumentar a eficiência produtiva através da fragmentação das tarefas e da produção seriada e padronizada.
O taylorismo e o fordismo promoveram autonomia criativa e autogestão operária, priorizando a flexibilidade e a liberdade no ambiente de produção.
O taylorismo e o fordismo valorizaram a cooperação horizontal, eliminando hierarquias e incentivando a participação coletiva nas decisões produtivas.
O taylorismo e o fordismo caracterizaram-se pela descentralização produtiva e pelo estímulo à criatividade e à rotatividade funcional dos operários.
O taylorismo e o fordismo instituíram formas democráticas de trabalho, com ampla autonomia individual e redução do controle técnico e temporal.


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