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O capitalismo, como modo de produção material e moral, consolidado a partir de uma série de mudanças históricas, sociais, políticas, culturais e econômicas produzidas entre os séculos XV e XVIII, marca um novo período na história humana. É na sua consolidação que a sociologia ganha lugar no cenário das ciências, para compreender e explicar esse processo de mudanças e indicar soluções para os novos dilemas sociais. Assim, considerando a teoria clássica sobre a sociedade capitalista, é correto afirmar:
Max Weber defendia que a função da sociologia consistia em observar e explicar os processos de mudança do capitalismo e indicar as posições sociais que cada indivíduo deveria ocupar na sociedade, utilizando-se do método comparativo.
Émile Durkheim assinalou que cada indivíduo deve reivindicar melhorias nas condições de vida e trabalho e por participação política, uma vez que é nos centros urbanos capitalistas que essas demandas devem ser reivindicadas.
Karl Marx afirma que as ações dos indivíduos são limitadas por condições materiais da história, articulando, em sua análise, os modos de produção de bens no capitalismo e os conflitos e contradições produzidos por eles.
Émile Durkheim elaborou um método de análise exclusivo da sociologia, pois estava interessado em compreender os fenômenos sociais como coisa, a partir das motivações de cada indivíduo de modo particular.
Karl Marx estava interessado em explicar as determinações simbólicas da relação entre indivíduo e sociedade, por meio das questões econômicas do capitalismo, e relacionando-as às instituições sociais.