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Entre as grandes controvérsias ao longo de décadas na pesquisa paleoantropológica, emergem evidências acerca dos mais antigos representantes da linhagem que conduziu aos humanos. As diversas hipóteses que se sucederam, encontraram fortes questionamentos provenientes, especialmente, do registro fóssil (Madrigal. L.; González-José, R. Introdução à Antropologia Biológica, 2017).
Sobre as principais evidências destacadas pelas pesquisas em paleoantropologia, assinale a opção INCORRETA:
Localizado no Chad, o registro do Sahelanthropus, datado ao redor de 6 a 7 milhões de anos, é considerado o mais antigo representante de nossa linhagem.
O gênero Orrorin, datado de 6 Ma (milhões de anos), foi localizado em uma zona promissora para a descoberta de antigos hominíneos, as montanhas Tugen, no centro do Quênia.
Em sedimentos mais modernos, na Etiópia foram encontrados os restos de duas espécies do gênero Ardipithecus.
O Ardipithecus ramidus, uma variação, é bem conhecido por mais de 100 espécimes, representando mais de 30 indivíduos diferentes. Esses indivíduos possuem dedo polegar divergente e representam os mais próximos dos seres humanos atuais, apesar de sua pélvis ter uma combinação de características mais próximas dos símios.
Nesse contexto da evolução dos hominíneos, começam-se a aparecer características morfológicas que antecedem os mais avançados gêneros Plio-Pleistocenos que originarão, separadamente, os australopitecíneos gráceis e robustos, e a linhagem do Homo.


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