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“(...) em 11 de julho de 1972, morria uma pioneira: a professora potiguar que entrou para a história como a primeira eleitora mulher registrada, a votar no país. Mas não foi só pela participação nas urnas que Celina Guimarães Viana, (1890-1972), demonstrava ser uma cidadã à frente do seu tempo.
‘Ela exerceu protagonismo ativista em seu trabalho, sendo uma professora que, naquele início de século, praticava uma educação progressista’, comenta a socióloga e cientista política Mayra Goulart, professora na Universidade Federal do Rio de Janeiro, (UFRJ).
Ela foi pioneira por trabalhar no espaço público, por dedicar-se ao conhecimento, por defender o voto das mulheres, por ter sido também juíza de futebol", acrescenta Martins. "Ela foi influenciada pelo movimento feminista daquela época, por Bertha Lutz, pela Federação Brasileira pelo Progresso Feminino. Mas é complicado dizer que se tornou 'uma ativista feminista' quando olhamos o termo com os olhos de hoje. O feminismo naquela época tinha outras preocupações. Lutava pelo mínimo: para que as mulheres fossem consideradas gente, para que fossem percebidas como sujeitos de direito.”
(VEIGA, Edison. Celina Guimarães: a história da primeira brasileira a votar. In: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62100807 - acessado em 18/11/2024).
O Direito ao voto feminino no Brasil foi conquistado a partir da:
Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil, de 1891.
Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988.
Constituição Política do Império do Brasil, de 1824.
Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil, de 1934.


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