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As minorias étnico-raciais, as populações LGBTQIA+, os desempregados, empobrecidos, as populações em situação de rua, a população carcerária, as populações remanescentes de quilombos, as nações indígenas são segmentos da sociedade submetidos a desvantagens estruturais. Nem sempre esses segmentos estão isolados entre si; por vezes mesclam-se e apresentam reivindicações. O ativismo, como sugere Iris Marion Young (2014), chama a atenção das estruturas, mas não gera transformações.
Segundo a autora, o que poderia causar uma mudança efetiva nesse quadro de marginalização seria
uma ação coletiva das minorias para impor sua agenda social.
uma defesa das estruturas vigentes em prol da estabilidade política.
uma organização macro que tenha força para impor justiça social.
um esforço conjunto de convencimento da sociedade civil.
um compromisso das elites para renunciar aos seus privilégios.


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