Questões de Concurso sobre Desigualdades de raça

 
 
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Em sua reflexão acerca das formas de estratificação social da sociedade brasileira, sobretudo ao longo do século XX, conforme indicado em dois dos textos 14A1-I, Lélia Gonzalez defende que


A

a imigração europeia dos colonos foi o fator de impedimento da igualdade social no Brasil.


B

as formas de produção material existentes no Brasil se originam de seu contexto feudal, que estruturou a relação entre casa grande e senzala.


C

as desigualdades sociais presentes na sociedade brasileira devem ser compreendidas à luz da exploração da população negra.


D

tal estratificação seguiu uma lógica linear e comum que acompanha a dos países colonizadores.


E

a classe trabalhadora no Brasil se organizou de forma subordinada em relação ao contexto de origem do capitalismo na Inglaterra.

Considerando as ideias e reflexões de William Edward Burghardt Du Bois, notadamente em sua obra As almas da gente negra, assinale a opção correta.


A

Na referida obra, Du Bois discute o Movimento dos Direitos Civis nos Estados Unidos da América.


B

Em sua abordagem, Du Bois se orientou pelas contribuições da sociologia funcionalista.


C

Na referida obra, Du Bois analisa detalhadamente como a Revolução Francesa transformou a sociedade, tanto na Europa quanto nas Américas.


D

Em sua análise do fenômeno religioso, Du Bois aponta alternativas para a salvação das almas negras.


E

Dois dos principais conceitos que Du Bois trabalhou e que contribuíram para a sociologia foram o de linha de cor e o de dupla consciência.

Lélia Gonzalez, ao formular o seu conceito de racismo cultural, dialoga com bases antropológicas, políticas e sociológicas, bem como com aspectos da filosofia e da psicanálise. Ao refletir sobre o lugar das mulheres negras na sociedade brasileira, como evidenciado em um dos textos 14A1-I, a autora


A

sugere que os movimentos negros passem a ter apenas mulheres entre sua militância.


B

aprofunda a análise da complexidade das relações de gênero, de classe e de raça, a fim de compreender o contexto social brasileiro.


C

reconhece que a denominada mãe preta possui o monopólio de combate ao racismo, detendo uma contribuição exclusiva nessa luta.


D

reforça como, apesar da luta das mulheres, a força dos homens militantes assumiu um lugar mais relevante na organização do combate ao racismo.


E

atribui-lhes um lugar privilegiado na sociedade, defendendo que usufruíam de vantagens na luta contra a exclusão social.

Apreender a história e a trajetória da população negra no Brasil é o primeiro passo em direção à luta antirracista. O racismo incide sobre as famílias negras, impactando na capacidade protetiva de seus membros e concorre para a violação dos direitos humanos. Presente em diversos espaços públicos e privados, o racismo institucional se manifesta tanto nas práticas cotidianas, como nas rotinas administrativas das organizações. Permeando as relações de poder e naturalizado nos comportamentos e ideias preconceituosas, o racismo institucional é também conhecido como discriminação


A

primária.


B

difusa.


C

focada.


D

indireta.


E

explícita.

Considerando as ideias de Lélia Gonzalez apresentadas nos textos 14A1-I e os diversos aspectos a elas relacionados, assinale a opção correta.


A

Os movimentos negros no Brasil não correspondem ao que a sociologia compreende como movimentos sociais.


B

Os textos retratam condições temporárias a que a população negra se viu submetida em nome do desenvolvimento.


C

Durante o período colonial, houve negociações no que diz respeito ao modo de contratação da população negra.


D

A população negra escravizada no Brasil permaneceu, passivamente, em situação de exploração.


E

A escravização constitui fundamento de formas relevantes de organização social, centrais para se compreender o Brasil.

Observe o gráfico a seguir.



Fonte: https://www2.ufjf.br/noticias/2022/06/21/cotistas-sao-47-na-ufjfpercentual-de-negros-triplica-em-dez-anos/


O gráfico apresenta a avaliação da população brasileira sobre o sistema de cotas em 2022. A maioria dos entrevistados (50%) se mostrou a favor, enquanto 34% foram contra. Além disso, 12% não souberam responder e 3% se declararam indiferentes.

Com base na análise do gráfico, é possível afirmar que as políticas das cotas sociorraciais nos ambientes universitários, enquanto políticas afirmativas,


A

Promovem a diversidade no ambiente acadêmico e reparam injustiças históricas cometidas contra determinados grupos sociais.


B

Violam o princípio da igualdade ao reservar vagas para um grupo social específico, discriminando outros que são obrigados a recorrer à ampla concorrência.


C

Subvertem princípio mérito, que é o único critério compreendido como democrático para a entrada e permanência no ambiente acadêmico.


D

Compromete a qualidade do ensino, pois resulta na inclusão de estudantes com formação previa considerada inferior em comparação àqueles que não são cotistas.


E

Não deveria incluir a questão racial, pois o Brasil é miscigenado e, portanto, não haveria necessidade discriminar pessoas com base nesse fator.

Nas eleições municipais de 2020, pessoas de cor ou raça preta eram 8,8% da população, 2% dos prefeitos e 6,2% dos vereadores. Também em relação a 2020, pessoas de cor ou raça parda eram 47,5% da população, mas 30% dos prefeitos e 38,5% dos vereadores. Quanto à população amarela e indígena, pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), esses dois grupos representavam cerca de 1% da população, enquanto somavam 0,5% dos prefeitos e 0,7% dos vereadores. O contraste foi maior nos municípios mais populosos. Naqueles com até 20 mil habitantes, os eleitos distribuíram-se como segue: cor ou raça branca (67,9%), parda (29,0%), preta (2,0%), amarela (0,5%) e indígena (0,2%). Entre os 48 municípios com 500 mil ou mais habitantes, houve 39 prefeitos eleitos de cor ou raça branca (81,3%) e 9 prefeitos de cor ou raça parda (18,8%).


(IBGE, 2022. Adaptado)


A partir dos dados apresentados no texto, conclui-se que


A

o racismo estrutural predominou nos municípios mais populosos em 2020.


B

a população indígena teve a sua representação aumentada nas eleições de 2020.


C

os pretos tiveram a sua representação aumentada em câmaras municipais em 2020.


D

a representação de pardos foi menor nos municípios menos populosos.


E

a representação das várias etnias nos municípios superou o racismo estrutural.

A pesquisa do Instituto Marielle Franco, intitulada “Regime de Ameaça: Violência Política de Gênero e Raça no Âmbito Digital”, revela que a violência política digital não é pontual, mas sistêmica e coordenada. Entre os casos mapeados, 71% das ameaças envolveram morte ou estupro, e 63% das ameaças de morte faziam referência direta ao assassinato de Marielle Franco, revelando um padrão simbólico e violento que transforma esse feminicídio político em advertência às mulheres negras que ousam disputar o poder. Diante dessa realidade, foi homologada lei que tipifica o crime de violência política de gênero, que busca contribuir para mudar o seguinte quadro brasileiro:


A

55% da população brasileira se reconhece como negra, sendo a bancada feminina a maioria no Congresso Nacional.


B

52% da população brasileira se reconhece como do gênero feminino, mas a bancada feminina no Congresso Nacional é menor que 18% do total.


C

55% da população brasileira se reconhece como do gênero masculino, mas a bancada feminina no Congresso Nacional é menor que 18% do total.


D

31% da população brasileira está na faixa de renda C, e a bancada negra no Congresso Nacional é maioria.


E

52% da população brasileira se reconhece como do gênero feminino, sendo a bancada feminina também maioria no Congresso Nacional.

Octavio Ianni aborda questões de classe social e raça em suas análises sociológicas. Em relação ao autor e à sua perspectiva teórica, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) Ianni sustenta que as desigualdades de raça e de classe podem ser resolvidas dentro de um processo histórico nos marcos da democracia, por meio da ampliação dos sistemas de cotas e outras formas de participação que não expressem o antagonismo social.

( ) Para Ianni, a questão racial influencia as criações culturais e a relação entre economia e sociedade.

( ) O autor sustenta que há uma dicotomia entre classe social e raça, e que elas são mutuamente excludentes, pois o processo de escravidão é anterior ao processo da formação industrial brasileira, enquadrando-se mais no conceito de escravismo colonial.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


A

F – V – V.


B

F – F – F.


C

V – F – V.


D

V – V – V.


E

F – V – F.

Sobre o tema das desigualdades de classe e de raça no Brasil, julgue os itens a seguir:


|. O acesso a oportunidades educacionais e de emprego é igual para todas as classes sociais e raças no Brasil.

Il. A desigualdade racial brasileira está intimamente ligada à herança colonial e à marginalização da população negra.

III. As políticas afirmativas, como cotas raciais, têm contribuído para o aumento das desigualdades de raça e classe no país. IV. A interseccionalidade entre classe e raça é fundamental para entender as desigualdades sociais no Brasil.


Assinale a opção CORRETA.


A

I e II.


B

II e III.


C

III e IV.


D

I e III.


E

II e IV.

Sobre o conceito de branquitude, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:


(__)Branquitude refere-se a um conjunto de práticas e privilégios sociais que naturalizam a posição dominante dos brancos.

(__)O conceito de branquitude destaca que a dominação racial não depende apenas de diferenças biológicas, mas também de estruturas sociais e culturais.

(__)Branquitude é uma categoria racial, ligada exclusivamente à cor da pele.

(__)A noção de branquitude remete a um fenômeno característico das últimas duas décadas, uma vez que a branquitude não existia no processo colonial e na história da escravidão.

(__)O conceito de branquitude busca visibilizar a normatividade racial e as desigualdades estruturais associadas a ela.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:


A

F − F − V − F − V.


B

V − F − F − V − F.


C

F − V − V − V − F.


D

V − F − F − F − V.


E

V − V − F − F − V.

As minorias étnico-raciais, as populações LGBTQIA+, os desempregados, empobrecidos, as populações em situação de rua, a população carcerária, as populações remanescentes de quilombos, as nações indígenas são segmentos da sociedade submetidos a desvantagens estruturais. Nem sempre esses segmentos estão isolados entre si; por vezes mesclam-se e apresentam reivindicações. O ativismo, como sugere Iris Marion Young (2014), chama a atenção das estruturas, mas não gera transformações.


Segundo a autora, o que poderia causar uma mudança efetiva nesse quadro de marginalização seria


A

uma ação coletiva das minorias para impor sua agenda social.


B

uma defesa das estruturas vigentes em prol da estabilidade política.


C

uma organização macro que tenha força para impor justiça social.


D

um esforço conjunto de convencimento da sociedade civil.


E

um compromisso das elites para renunciar aos seus privilégios.

A respeito das iniquidades raciais na atenção às puérperas no Brasil, leia o trecho a seguir.


“As puérperas de cor preta apresentaram maior risco de terem um pré-natal inadequado, falta de vinculação à maternidade, ausência de acompanhante e peregrinação para o parto, em comparação às puérperas brancas. As pretas também receberam menos orientação durante o pré-natal sobre o início do trabalho de parto e sobre possíveis complicações na gravidez. Apesar de terem menor chance para uma cesariana e de intervenções dolorosas no parto vaginal, em comparação às brancas, as mulheres pretas receberam com menor frequência anestesia local.”


(Adaptado de LEAL, Maria, et. al. “A cor da dor: iniquidades raciais na atenção pré-natal e ao parto no Brasil”. Cadernos de Saúde Pública 2017; 33 Sup. 1, p. 5)


A situação descrita expõe um caso de desigualdade racial no atendimento a mulheres grávidas no serviço de saúde.


Esse tipo de situação ilustra o fenômeno conceituado como:


A

racismo científico, que se expressa na avaliação negativa da capacidade física das mulheres afrodescendentes ao classificá-las como mais fracas e débeis;


B

racismo cultural, que desconsidera as práticas tradicionais próprias das mulheres afrodescendentes, como a escolha de realizar o parto em casa, de acordo com seus costumes;


C

racismo institucional, que se manifesta na oferta de um atendimento inferior e inadequado às mulheres afrodescendentes, em razão de sua cor;


D

racismo estrutural, que se revela de forma pontual nas condutas individuais e varia conforme as experiências das mulheres afrodescendentes;


E

racismo recreativo, que se apresenta por meio de expressões supostamente humorísticas que reforçam estereótipos negativos e contribuem para a inferiorização das mulheres afrodescendentes.

A imagem e a identidade das mulheres negras no Brasil têm sido marcadas, em muito, pelo trabalho. De fato, a inserção das mulheres negras no mundo do trabalho tem sido uma constante desde a escravidão até os dias atuais. Têm sido constantes também as precárias condições com que as diferentes formas de trabalho são desenvolvidas pelas mulheres negras, em consequência de padrões de hiperexploração ainda hoje ativos, que se refletem nas maiores taxas de desemprego e em altíssimos índices de precarização do emprego. Entre as diferentes ocupações exercidas pelas mulheres negras no Brasil, a atuação no setor de serviços tem maior destaque, exercida com alto grau de informalidade e em condições de exploração de mão de obra e baixos rendimentos.


(Marilene de Paula e Rosana Heringer, 2009. Adaptado)


Conforme as autoras, o mercado de trabalho de mulheres negras caracteriza-se por


A

permitir sua ascensão social graças às boas condições de trabalho.


B

superar a precarização presente na prestação de serviços.


C

viabilizar o amplo acesso de suas famílias a bens de consumo.


D

constituir um instrumento indireto de combate à exclusão social.


E

propiciar a permanência de formas consagradas de segregação.

De acordo com o 3º Relatório de Transparência Salarial e Critérios Remuneratórios do Ministério do Trabalho e Emprego (2025), as mulheres em Santa Catarina ganham, em média, R$ 3.177,83, enquanto os homens recebem cerca de R$ 4.411,09, o que representa uma diferença superior a 27%. Em nível nacional, a média da diferença salarial está em torno de 20,87%. O relatório destaca ainda que as mulheres negras recebem, em média, R$ 2.463,11, enquanto as não negras recebem R$ 3.494,60, o que representa uma defasagem de 29,5%. Apesar de alguns avanços, como o aumento da participação das mulheres negras no mercado de trabalho (de 3,2 milhões para 3,8 milhões, um crescimento de 18,2%) e a redução no número de empresas com menos de 10% de mulheres negras, as desigualdades permanecem expressivas.


Com base nesses dados e na perspectiva sociológica das relações de gênero, raça e classe, assinale a alternativa que expressa corretamente o significado dessas desigualdades no contexto brasileiro.


A

A diferença salarial reflete apenas a livre escolha profissional das mulheres, sem relação com fatores estruturais ou práticas discriminatórias nas organizações.


B

As diferenças salariais decorrem do excesso de políticas afirmativas, que comprometem a meritocracia e reduzem a competitividade do mercado de trabalho.


C

A disparidade entre homens e mulheres demonstra a neutralidade do sistema econômico, que recompensa igualmente todos os indivíduos segundo sua produtividade.


D

A desigualdade de rendimentos se explica unicamente por níveis distintos de escolarização, não guardando relação com o gênero ou a raça dos trabalhadores.


E

A desigualdade salarial entre homens e mulheres, agravada pelo recorte racial, evidencia a persistência de estruturas históricas de dominação que combinam gênero, raça e classe na hierarquia do trabalho.

Ana é a enfermeira-chefe de um setor que, organizacionalmente, é dividido em seções. Uma das seções é coordenada por Maria, uma enfermeira especializada e dedicada ao estudo de sua área de atuação. Em uma reunião com Marcos, dirigente do departamento e superior hierárquico de ambas, Ana não consegue explicar adequadamente o que se passa na seção coordenada por Maria. Marcos sugere, então, que Maria seja chamada para relatar a situação da seção. Ana se opõe, preferindo inteirar-se das atividades da seção para relatar a Marcos, em outra oportunidade, o estágio do serviço ali prestado. Ana é uma pessoa branca e possui o título de especialista. Maria é uma pessoa negra de cor preta e terminou recentemente seu mestrado sobre gestão de setores, como os chefiados por Ana.


Com base nos conceitos trabalhados por Cida Bento em O pacto da branquitude, é possível afirmar que o receio de Ana se deve a uma “lacuna moral”, conceito que a autora empresta de Edith Piza, e que pode ser definido como


A

um marcador das relações de dominação enquanto uma consciência da usurpação, que está na base da vivência do privilégio, mas que não altera o posicionamento do usurpador.


B

uma forma de relacionamento que privilegia a afeição humana na medida em que exclui a vivência de privilégios, alterando as posições de comando numa estrutura produtiva.


C

um marcador de perversidade das organizações, que legitima o modo de exercício de uma cadeia de comando baseada no conceito de mérito, conhecido como “meritocracia”.


D

uma forma de convívio saudável nas organizações, que legitima as cadeias de comando estruturadas segundo padrões de discriminem baseados nos conceitos de tradição e formas de privilégio.


E

um marcador das relações de gestão em que a consciência da legitimidade está na base da vivência do privilégio, capaz de alterar o posicionamento do usurpador, que passa de comandante a comandado.

“Moema, uma psicóloga organizacional que entrevistei, desenvolve um trabalho que envolve a identificação e a avaliação da competência de candidatos para vagas disponíveis. Porém, reconhecendo seu preconceito, ela explicita a falácia do mito da neutralidade e da objetividade na seleção de pessoas, ao, de antemão, julgá-las inferiores.”


O pacto da branquitude. Cida Bento.


A descrição que a autora faz da atuação profissional de Moema demonstra uma atitude que ela classifica como racismo


A

religioso.


B

político.


C

estrutural.


D

recreativo.


E

institucional.

A teoria do apartheid, que vigorou na África do Sul entre 1948 e 1991, baseava-se nas seguintes ideias, à exceção de uma, assinale-a.


A

a segregação racial é necessária para o progresso da humanidade.


B

determinadas raças e etnias são superiores a outras.


C

as pessoas devem ser classificadas de acordo com suas características físicas.


D

a miscigenação entre raças e etnias é prejudicial à sociedade.


E

todas as pessoas são iguais, independentemente de sua raça ou etnia.

Refere-se a um estado de plena igualdade entre os cidadãos, sem distinção de raça, sexo ou etnia. A origem do conceito está ligada a uma narrativa que ganhou força na década de 1930, de que o Brasil encontrava uma solução para o racismo na miscigenação. Com base no exposto, é correto afirmar que o enunciado apresentado define o conceito de


A

Racismo de Marca de Oracy Nogueira.


B

Teorias da Eugenia de Arthur de Gobineau.


C

Mito da Democracia Racial de Gilberto Freyre.


D

Relações étnico-raciais de Florestan Fernandes.


E

Formação da sociedade brasileira de Caio Prado Júnior.

Diante dos conhecimentos sobre o “Mito da Democracia Racial”, é válido afirmar que


A

foi um fenômeno cultural que surgiu organicamente na sociedade brasileira, sem intenção de enganar ou mascarar a realidade.


B

foi uma construção ideológica da elite branca para esconder a opressiva realidade de desigualdade entre negros e brancos.


C

foi criado para enfatizar as diferenças entre negros e brancos e justificar a superioridade da elite branca.


D

representa a realidade das relações raciais no país, refletindo a harmonia entre negros e brancos.


E

era uma tentativa genuína de promover a igualdade e a inclusão racial na sociedade brasileira.

 
 
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