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As transformações sociais, culturais e econômicas do século XXI têm revelado a necessidade de a escola pública atuar em contextos de profundas desigualdades, reconhecendo as juventudes em sua heterogeneidade e promovendo estratégias de inclusão e cidadania. Considerando as reflexões contemporâneas sobre juventude, violência e o papel da escola, assinale a alternativa correta.
O reconhecimento da juventude como ator político e cultural ocorre plenamente nas instituições escolares brasileiras, que articulam com eficácia cidadania, inclusão e justiça social em seus projetos pedagógicos.
A estigmatização dos jovens pobres como sujeitos desviantes é naturalizada nos espaços escolares como forma de reforçar os padrões de autoridade e evitar conflitos pedagógicos com grupos sociais periféricos.
A concepção de juventudes como sujeitos múltiplos e historicamente situados desafia a escola a superar modelos normativos e homogeneizantes, abrindo-se à escuta, à participação e ao reconhecimento das experiências marginais.
A escola deve assumir uma postura técnica e homogênea frente às juventudes, reduzindo a complexidade das demandas sociais a padrões curriculares universais que garantam a equidade meritocrática.
A escola deve priorizar o controle de comportamentos desviantes como estratégia de contenção da violência urbana, pautando-se por modelos disciplinadores que assegurem a ordem e a previsibilidade nas relações sociais.