

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Reflita sobre o fragmento textual a seguir.
“A uberização é um processo no qual as relações de trabalho são crescentemente individualizadas e invisibilizadas, assumindo, assim, a aparência de “prestação de serviços” e obliterando as relações de assalariamento e de exploração no trabalho.
Como pude desenvolver na obra O privilégio da servidão: o novo proletariado de serviços na era digital, contra a rigidez taylorista e fordista vigente nas fábricas da ‘era do automóvel’ durante o longo século XX, nas últimas décadas, as empresas ‘liofilizadas e flexíveis’, impulsionadas pela expansão informacional-digital e sob o comando dos capitais, em particular o financeiro, vêm impondo sua trípode destrutiva do trabalho.
[...]
Outro exemplo encontramos na Uber: trabalhadores e trabalhadoras com seus automóveis arcam com as despesas de seguros, gastos de manutenção com seu carro, alimentação, limpeza, etc., enquanto o ‘aplicativo’ se apropria do mais-valor gerado pelo sobretrabalho dos motoristas, sem nenhuma regulação social.”
Fonte: ANTUNES, Ricardo. Uberização, trabalho digital e indústria 4.0. São Paulo: Boitempo, 2020. p. 11 e 12
Com base no exposto, infere-se que o trabalho de plataforma como a uberização trouxe consigo a imposição das relações trabalhistas, destacando-se, entre outras
terceirização, informalidade, flexibilidade e intermitência.
terceirização, intermitência, informalidade e linha de montagem.
formalidade,flexibilidade, linha de montagem e intermitência.
formalidade, intermitência, flexibilidade e produção just in time.
terceirização, produção just in time, inflexibilidade e linha de montagem.