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Leia a reflexão crítica a seguir.
“Um exame superficial em nossos programas de curso revela concepções muito pouco realistas da história da disciplina, sugerindo a nossos estudantes que a sociologia emergiu como mero produto da genialidade de uns poucos indivíduos (todos homens brancos) que souberam aproveitar as condições fornecidas pelas revoluções que caracterizaram a modernidade europeia. Como consequência, a formação em sociologia tem se baseado em currículos que deixam explícita uma relação com a teoria profundamente atrelada ao estudo dos clássicos (...). O que frequentemente fica de fora de nossos currículos é a dimensão antagônica e excludente de nossa constituição disciplinar, algo que vem sendo questionado nas últimas décadas, sobretudo, a partir de perspectivas feministas e decoloniais”.
Fonte: Hamlin, C. L., Weiss, R. A., & Brito, S. M.. (2022). Por uma sociologia polifônica: introduzindo vozes femininas no cânone sociológico. Sociologias, 24(61), p. 28
Com base nessa reflexão, os estudos feministas na Sociologia vem recuperando destacadas pensadoras clássicas, do século XIX e da primeira metade do século XX, que contribuíram para uma Teoria Sociológica ampliada e diversa. Dentre essas intelectuais, o acesso à educação e à escolarização para mulheres é central para o processo de emancipação feminina, destacando-se:
Harriet Martineau, Flora Tristán e Anna Julia Cooper.
Angela Davis, Flora Tristán e Marianne Weber.
Anna Julia Cooper, Marianne Weber e Judith Butler.
Marianne Weber, Simone de Beauvoir e Harriet Martineau.
Flora Tristán, Angela Davis e Judith Butler.