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O conceito de gênero foi ganhando cada vez mais espaço na Sociologia, em parte por causa dos estudos feministas. Mas pesquisas recentes sobre sexualidade, incluindo a chamada Teoria Queer, também empregaram muito o conceito e, nesse processo, transformaram-no.
Sobre as políticas de redução da desigualdade de gênero na sociedade contemporânea, assinale a alternativa CORRETA.
As políticas de gênero consideram-no como uma categoria social instável incapaz de acomodar muitas variações e pode mudar radicalmente.
os países que já chegaram a adotar políticas de gênero que pagavam as mulheres para cuidar dos filhos bem como os que ofereciam benefícios para amenizar o trabalho e as tensões familiares romperam com a definição dos papéis tradicionais de gênero e puseram um fim à desvantagem econômica das mulheres.
a introdução de políticas de licença parental pode ser o primeiro passo prático na mudança do ônus da criação dos filhos para um modelo mais equânime.
As políticas destinadas a permitir que mais mulheres ingressem em trabalhos remunerados parecem ter mais a oferecer ao sistema androcêntrico que a um modelo mais igualitário.
As políticas de gênero precisam romper com o denominado identitarismo classista e se aprofundar nas questões ideológicas.
A discussão sobre gênero é perpassada por outas temáticas com respeito ao papel da mulher, a desconstrução dos estereótipos, a inserção das mulheres nas políticas públicas, a inclusão da mulher no mercado de trabalho, o compartilhamento de tarefas e o reconhecimento das suas capacidades cognitivas.
Certo
Errado
Em relação aos homens, as mulheres têm menor participação no êxodo rural, por serem responsáveis pelo cuidado com a família e poderem aliar tarefas domésticas com atividades produtivas realizadas em casa.
Certo
Errado
Leia a seguir a resposta de Debora Diniz à pergunta “O que querem as mulheres que pedem a descriminalização do aborto?
” A descriminalização é a retirada desse dispositivo, dessa coisa do código penal que diz que se uma mulher fizer aborto ela vai presa. É uma a cada 5 mulheres aos 40 anos [que aborta]! Pelo menos meio milhão de mulheres a cada ano. Uma em cada 5 mulheres com até 40 anos que você conhece, eu conheço. Essa é uma mulher comum, ela tem filhos, ela vai à igreja, vai ao templo, trabalha, ela não tem o perfil de uma “mulher fora da lei”. É uma mulher comum que se vê diante de uma necessidade de saúde, uma necessidade de vida, e ela tem que ir à clandestinidade para fazer um aborto, seja para comprar medicamentos, buscar uma clínica ou, se ela tem mais dinheiro, pegar um avião para um país onde o aborto é legalizado. Por que a descriminalização é tão importante? Quando você retira o crime de uma prática você pode falar dela abertamente. As instituições do Estado podem desenhar políticas para prevenir, para proteger e para cuidar. Como se previne o aborto? Há estudos sistemáticos que mostram que uma mulher quando faz o aborto, alguma coisa está errada em sua vida. Seja no uso dos métodos, ou ela teve efeitos colaterais ou ela não soube usar, ou porque ela é muito jovem e sofre violência sexual dentro da própria casa. Então quando o aborto é crime essa mulher entra na situação de saúde e não fala a verdade, ela tem medo de ser denunciada. A descriminalização permite inclusive diminuir a taxa de abortos, que é o que tanto querem aqueles que querem prender as mulheres.
Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/02/politica/1533241424_946696 .html
Com base na leitura, é correto afirmar que preocupação com a busca pelo aborto clandestino destaca, na interpretação da entrevistada,
a expressão microssocial de um procedimento exclusivo a um grupo específico, sem refletir o problema em nível nacional.
que a saúde das mulheres se limita apenas ao período reprodutivo.
a expressão de um problema de saúde de forma ampla, que também inclui a saúde dos homens.
a reafirmação do direito das mulheres de decidirem sobre os procedimentos médicos aos quais desejam ser submetidas.
a desigualdade dentro do próprio grupo afetado, que se relaciona com o procedimento de maneiras diferentes.
A distinção entre os gêneros é um meio de classificar fenômenos, compreender as diferenças culturais entre o masculino e o feminino, qualificar as diferenças e analisar qual é o impacto disso na relação de um gênero para com o outro.
Certo
Errado


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Leia os dois trechos das músicas a seguir. O primeiro é a versão original da música “Mulheres”, de Toninho Geraes, e o segundo é uma adaptação da música, realizada por Doralyce Ferreira e Silvia Duffrayer.
I.
Nós somos mulheres de todas as cores
De várias idades, de muitos amores
Lembro de Elza Soares, mulher fora da lei
Lembro Marielle, valente e guerreira
De Chica Da Silva, Toda Mulher Brasileira
Crescendo oprimida pelo patriarcado
Meu corpo, minhas regras, agora mudou o quadro
Mulheres cabeça e muito equilibradas
Ninguém está confusa, não te perguntei nada
São elas por elas
Escute este samba que eu vou te cantar
Eu não sei por que eu tenho que ser a sua felicidade
Não sou a sua projeção, você é que se baste
Meu bem, amor assim eu quero longe de mim
Sou Mulher, sou dona do meu corpo e da minha vontade
Fui eu que descobri poder e liberdade
Adaptado de: Música “Nós somos mulheres. Samba que elas querem” de Doralyce Ferreira e Silvia Duffrayer.
II.
Já tive mulheres de todas as cores
De várias idades, de muitos amores
Com umas até certo tempo fiquei
Pra outras apenas um pouco me dei
Já tive mulheres do tipo atrevida
Do tipo acanhada, do tipo vivida
Casada carente, solteira feliz
Já tive donzela e até meretriz
Mulheres cabeça e desequilibradas
Mulheres confusas, de guerra e de paz
Mas nenhuma delas me fez tão feliz
Como você me faz
Procurei em todas as mulheres a felicidade
Mas eu não encontrei e fiquei na saudade
Adaptado de: Música “Mulheres” de Toninho Geraes.
Analise as afirmativas a seguir relacionadas ao procedimento de adaptação da versão original do samba.
I. Apropria-se de um elemento cultural que reforça papéis de gênero com o objetivo de questioná-lo e reformulá-lo de acordo com os interesses e os desejos de um grupo social.
II. Plagia uma expressão cultural ao reproduzir fielmente seu conteúdo sem fazer a devida atribuição de autoria.
III. Rejeita o estilo musical do samba que frequentemente perpetua a sexualização da mulher, representando-a como objeto de desejo masculino.
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
De acordo com a contribuição de Helena Hirata e Daniele Kergoat (1994) no conhecido artigo “A classe operária tem dois sexos”, assinale a alternativa correta sobre a relação entre classe e gênero.
As relações de classe e de gênero são independentes e não se influenciam mutuamente.
A análise das relações de classe deve ser feita separadamente das relações de gênero para evitar confusões teóricas.
As relações de classe e de gênero se sobrepõem e devem ser analisadas conjuntamente para entender a estrutura social.
A opressão de gênero é a única forma de opressão relevante na análise da classe operária.
A luta de classes deve ser priorizada sobre a luta de gênero, pois resolverá automaticamente as desigualdades de gênero.
As personagens de Tina e Fio Jasmim apresentam uma relação constituída a partir de inúmeros fatores e percepção semelhantes, compostos de camadas de conceitos biológicos e sociais, evidenciados pela diferença anatômica e pela percepção do seu papel na relação.
Certo
Errado
As relações de gênero estabelecem-se a partir dos papéis que são definidos e moldados dentro da cultura. Tais relações dependem diretamente de traços biológicos e cromossômicos que diferenciam o feminino do masculino.
Certo
Errado
A afirmação da virilidade por meio da via sexual é um mecanismo de construção da identidade masculina, que valida um lugar de poder e dominação, dentro da estrutura social vigente, acompanhado o desenvolver histórico.
Certo
Errado


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“Minha definição de gênero tem duas partes e diversos subconjuntos, que estão interrelacionados (...)”
(SCOTT, 1995. p. 86).
Qual alternativa apresenta essas duas partes?
Inicialmente, o gênero é uma característica biológica que define os papéis sociais de indivíduos e, posteriormente, o gênero é uma construção cultural que não está ligada às desigualdades sociais.
Em um primeiro momento, o gênero é um elemento constitutivo de relações sociais baseadas nas diferenças percebidas entre os sexos e, em seguida, o gênero é uma forma fundamental de dar significado às relações de poder.
Primeiramente, o gênero refere-se exclusivamente aos papéis familiares tradicionalmente atribuídos a homens e mulheres e, em segundo lugar, o gênero é uma maneira de descrever as diferenças de comportamento entre os sexos.
Para começar, o gênero é uma dimensão psicológica interna do indivíduo que influencia suas preferências pessoais e, depois, o gênero é uma forma de categorizar indivíduos com base em suas habilidades e interesses.
Em primeiro lugar, o gênero é uma forma de identidade pessoal que não tem impacto nas estruturas sociais e, adicionalmente, o gênero é um fator determinante apenas para as escolhas de carreira e educação dos indivíduos.
O conceito de gênero tem estimulado os estudos atuais de pesquisadores em diferentes campos de conhecimento, embora hoje sua utilização, enquanto categoria de análise, tenha pontos de divergência entre algumas pesquisadoras feministas. Elas questionam, segundo Scott (1992), que a formulação do conceito tem "despolitizado" o movimento feminista, pois gênero é um termo aparentemente neutro, desprovido de propósito ideológico imediato.
Acerca do tema gênero marque a única alternativa correta.
O entendimento da palavra gênero não tem relevância, pois foi algo construído e sem credibilidade.
Os estudos sobre gênero, mostram que sua banalização fez com que o preconceito aumentasse e fosse explorado de forma conotativa.
Convenciona-se definir gênero como a dimensão dos atributos culturais alocados a cada um dos sexos em contraste com a dimensão anatomofisiológica dos seres humanos.
O conceito de gênero privilegia a dimensão da atribuição social de papéis, pretendendo descartar alusões a um atavismo biológico para explicar as feições que o feminino e o masculino assumem em múltiplas culturas.
O conceito de gênero assinala o que vem sendo cunhado como perspectiva essencialista em oposição a uma postura marxista, que privilegia a análise em termos da distribuição do poder baseada nos papéis sexuais.
Em 1960, a primeira pílula anticoncepcional foi comercializada nos EUA, e, em poucos anos, o método contraceptivo se difundiu pelo mundo, inclusive no Brasil. Em nosso país, a chegada das pílulas anticoncepcionais foi simultânea às discussões neomalthusianas sobre a crise demográfica, à aceleração dos processos de modernização e ao boom da indústria farmacêutica multinacional.
DIAS, T. M. et al. A pílula da oportunidade: discursos sobre as pílulas anticoncepcionais em A Gazeta da Farmácia, 1960-1981. História, Ciências, Saúde — Manguinhos, n. 3, jul.-set. 2018 (adaptado).
Qual foi o efeito social resultante do avanço tecnológico mencionado no texto?
O afastamento da autoridade médica na regulação da fecundidade.
A superação do discurso da moralidade pela ação da mídia estatal.
A ampliação do debate público sobre o planejamento familiar.
A centralização da pesquisa científica pelo sistema privado de saúde.
O ernrijecimento das doutrinas religiosas sobre a organização da vida doméstica.
As autoras feministas usam o termo “gênero” para
conceituar sexo e estabelecer as diferenças entre homens e mulheres.
caracterizar as diferenças e semelhanças entre homens e mulheres.
afirmar o caráter natural das distinções entre homens e mulheres.
defender a construção social igualitária entre homens e mulheres.
demonstrar o caráter cultural das distinções entre homens e mulheres.
Segundo a filósofa Judith Butler, o gênero é performático.
“Esses atos, gestos e realizações são performativos no sentido de que a essência ou a identidade que pretendem afirmar são invenções fabricadas e preservadas mediante signos corpóreos e outros meios discursivos. O fato de que o corpo com gênero seja performativo mostra que não tem uma posição ontológica distinta dos diversos atos que conformam sua realidade”.
Adaptado de BUTLER, J. El género en disputa. El feminismo y la subversión de la identidad. Barcelona: Paidós, 2007, p. 266.
Com base no trecho, analise as afirmativas a seguir a respeito do conceito de “performatividade de gênero” e assinale F para a falsa e V para a verdadeira.
( ) Questiona a suposição de existir uma essência para os gêneros e refuta a adoção de modelos substancialistas de identidade.
( ) Sustenta a edificação do gênero mediante a repetição de atos regulados por uma normatividade que pressupõe uma continuidade entre gênero, sexo e desejo.
( ) Afirma que homens e mulheres se comportam de modo específico em função de sua natureza masculina e feminina, para marcar a própria subjetividade por gestos, falas e comportamentos.
Assinale a opção que indica a sequência correta, na ordem apresentada.
V – V – F.
V – F – V.
F – V – V.
F – V – F.
V – V – V.


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A prevenção da violência contra a mulher será incluída nos currículos da educação básica. É o que determina a Lei 14164/21, que cria a Semana Escolar de Combate à Violência contra a Mulher em instituições de ensino básico. A semana promoverá o conhecimento da legislação, a fim de abordar os mecanismos de assistência à mulher em situação de violência, as medidas protetivas e os meios para o registro de denúncias.
(“Nova lei inclui combate à violência contra a mulher no currículo escolar”. www12.senado.leg.br, 11.06.2021. Adaptado.)
A aprovação da lei abordada no excerto expressa
a inexistência da organização de um currículo escolar em nível nacional.
a forma como o legislativo culpa as mulheres pelas agressões que sofrem.
a confiança na escola como aliada no enfrentamento da violência de gênero.
a ausência de legislação brasileira que trata da violência doméstica.
a evidência da escola como principal local de ataques contra as mulheres.
Leia o trecho a seguir, adaptado da resposta de uma entrevistada.
Em um país onde negros são assassinados com frequência ao andarem por suas comunidades ou carregarem um guarda-chuva e mulheres transexuais são espancadas, violentadas e destinadas a prostituição, se unir por uma causa é a solução que mulheres negras e mulheres transexuais encontraram para ganhar força. É triste observar grupos que nos ignoram e excluem de pautas que nos interessam ou se quer ouvem nosso sofrimento, nos diminuindo a uma questão biológica. Sei que homens fazem coisas terríveis para essas mulheres e que o sofrimento pode gerar raiva e angústia, mas também sei que generalizar não é a solução, pois conheci feministas radicais que foram duríssimas comigo e me humilharam.
Adaptado de: https://contrapontodigital.pucsp.br/noticias/
De acordo com o conceito de interseccionalidade, assinale a afirmativa que interpreta corretamente a resposta da entrevistada.
Avalia setores do movimento feminista como discriminatórios por desconsiderarem as diversidades de opressões sofridas por mulheres.
Considera o feminismo como um impedimento para alcançar os direitos civis das mulheres negras e transexuais.
Correlaciona raça, classe e gênero ao citar o rompimento de mulheres negras e transexuais com o movimento feminista.
Assente a representação ameaçadora da participação de mulheres negras e transexuais no movimento feminista, justificada pelo fator biológico.
“Aprendemos que inscrever as mulheres na história implica necessariamente a redefinição e o alargamento das noções tradicionais do que é historicamente importante, para incluir tanto a experiência pessoal e subjetiva quanto as atividades públicas e políticas. Não é exagerado dizer que tal metodologia implica não só em uma nova história das mulheres, mas em uma nova história que se pergunte: Como é que o gênero funciona nas relações sociais humanas? Como é que o gênero dá um sentido à organização e à percepção do conhecimento histórico?”.
Adaptado de GORDON Ann D.; BUHLE Mari Jo; e SHROM Nancy Dye, “The Problem of Women’s History”, Urbanna, 11, p.89.
Com base no trecho, assinale a afirmativa correta a respeito da contribuição teórico-metodológica dos estudos de gênero para as ciências sociais.
A adoção do conceito de gênero rejeita uma análise da condição da opressão feminina em termos materialistas.
Os estudos feministas devem noticiar a participação do gênero feminino na história, narrando suas atividades.
A abordagem descritiva de trajetórias de grandes mulheres do passado permite o empoderamento feminino no presente.
Os estudos de caso relativos à vida privada das mulheres favorecem a inserção de uma perspectiva feminista da sociedade.
A inclusão da experiência histórica das mulheres depende da maneira como o gênero é desenvolvido enquanto categoria de análise.
“Qualquer pessoa familiarizada com os manuais de sociologia clássica é capaz de recitar de cor os pensadores canônicos apontados como os pais fundadores das ciências sociais. Os autores que compõem esse cânone, apesar de pequenas variações, têm uma característica comum: todos são homens”.
Adaptado de DAFLON & SORJ (org.s). Clássicas do pensamento social: mulheres e feminismos no século XIX. RJ: Rosa dos Tempos, 2021, p. 9.
Para as autoras, a ausência de mulheres entre os pensadores que delimitaram o campo teórico da teoria social no século XIX deve ser explicada:
pela subordinação e opressão das mulheres na sociedade patriarcal, impedindo-as de se apropriarem dos meios necessários para produzir teoria social.
pelo desinteresse feminino por temas epistemológicos relativos às grandes transformações socioeconômicas, preferindo temas da vida privada.
pela posição subalterna ocupada pelas mulheres na sociedade, confinando-as ao lar, à função de esposa e mãe e ao trabalho precarizado.
pelo modo como as ciências sociais foram institucionalizadas por sociólogos homens, elegendo autores e temas que excluíram investigações ligadas à questão de gênero.
pela dificuldade de investigar a produção intelectual feminina, estando ausente dos arquivos públicos que privilegiavam testemunhos oficiais.
Sobre a chamada Teoria Queer, assinale a alternativa INCORRETA.
Entre as principais influências da Teoria Queer, está o trabalho do filósofo pós-estruturalista Michel Foucault, que enxergava a sexualidade como identidade socialmente construída.
A Teoria Queer também se autoidentifica como “ideologia de gênero” e trata-se de um movimento unificado e coordenado, concentrado apenas em países de língua inglesa.
Um dos marcos da Teoria Queer é o livro “Problema de gênero: feminismo e a subversão da identidade”, de Judith Butler, que elabora o conceito de “performatividade de gênero”.
A popularização da Teoria Queer nos anos 80 e 90 coincide com o movimento estadunidense conhecido como “New Queer Cinema”, que surgiu no cinema independente trazendo questões de gênero e sexualidade também para a linguagem, subvertendo o molde clássico hollywoodiano.
No campo da estética, um dos temas debatidos por teóricos queer é a apropriação do conceito de “Camp”, originalmente debatido por Susan Sontag em um famoso ensaio dos anos 1960.


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