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O roteiro de métricas SISP apresenta um processo de estimativas com base na métrica Ponto de Função, visando apoiar as organizações nas estimativas de tamanho, custo, prazo e esforço de seus projetos desenvolvidos internamente ou contratados. Com base nas descrições sobre os diversos tipos de projeto de software e nas métricas definidas pelo SISP para dimensionamento, baseadas no CPM, é correto afirmar que nos casos de:
projetos de melhoria de software, deve-se levar em consideração o fator de impacto, que sofre acréscimo caso haja necessidade de redocumentação
projetos de manutenção de interface, deve-se aplicar um fator de redução de modo a considerar 15% da contagem de uma função transacional de mais baixa complexidade (3 PF)
projetos de manutenção corretiva, deve-se aplicar um fator de impacto de 30% quando o sistema estiver fora da garantia e a correção for realizada pela mesma empresa que desenvolveu o software
mudanças no processo de negócio, o roteiro considera a função como alterada em um projeto de melhoria, somente se existirem mudanças de lógica de processamento, de tipos de dados e de arquivos referenciados


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