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O sistema de arquivos do Linux é responsável não somente por armazenar e gerenciar os arquivos virtuais do sistema operacional, mas também utilizar arquivos especiais para realizar a interface com drivers e periféricos de hardware. Como exemplo, é possível utilizar a plataforma Raspberry Pi 3, cujos pinos de GPIO (General Purpose Input/Output ou Entradas e Saídas de Propósito Geral) podem ser manipulados através dos arquivos presentes na pasta gpio, que é encontrada no caminho: /
1 | int value_in_gpio(int pin, int value) |
2 | { |
3 | arquive=0; |
4 | char retorno [3]; |
5 | snptintf(path, 35, "/ |
6 | arquive = open(path, 0_RDONLY); |
7 | / |
8 | if (arquive == -1) |
9 | { |
10 | return false; |
11 | } |
12 | if (read(arquive, retorno, 3) == -1) |
13 | { |
14 | close(arquive); |
15 | return false; |
16 | } |
17 | close(arquive); |
18 | printf("Valor do pino: %c \n", retorno [0]); |
19 | . |
20 | . |
21 | return atoi(retorno); |
22 | } |
Fonte: edisciplinas.usp.br
A partir da análise dos dados apresentado, é CORRETO o que se afirma em:
Neste código, observamos o método "value_in_gpio" utilizado para realizar a leitura de um pino configurado como entrada.
Neste código, observamos o método "value_in_gpio" que efetua a leitura dos pinos.
Neste código, observamos o método "value_in_gpio" utilizado para controlar um pino configurado como saída.
Neste código, observamos o método "value_in_gpio" que configura a direção do pino de gpio, ou seja, entrada ou saída.
Neste código, observamos o método "value_in_gpio" que exporta o arquivo de gpio para conceder acesso aos arquivos de manipulação.