Considere as classes a seguir, presentes em uma aplicação Python 3 orientado a objetos:
- class Employee(object):
- def _init_(self, nome, valor_base):
- self. nome = nome
- self.valor base= valor base
- def calcular_salario(self):
- return self.valor base
- class Manager(Employee):
- def _init_(self, nome, valor_base):
- super() ._init_(nome, valor_base)
- print('Manager: ' + self.nome)
- def calcular_salario(self):
- gratificacao = super() .calcular_salario() * 0.30
- return super() .calcular_salario() + gratificacao
- class Seller(Employee):
- def _init_(self, nome, valor_base, comissao):
- super() ._init_(nome, valor_base)
- self.comissao = comissao
- print('Seller: ' + self.nome)
- def calcular_salario(self):
- bonos = (super() ,calcular_salario() * self.comissao / 100)
- return super li , calcular_ salario () + bonos
- s = Seller('Vendedor', 1500, 5)
- print('Cálculo do Salário: %1.2f' %(s,calcular_salario()))
- m = Manager('Gerente', 2500)
- print('Cálculo do Salário: %1,2f' %(m.calcular_salario()))
As linhas 23 e 25, que contêm a instrução "calcular_salario()", demonstram um conceito da orientação a objetos chamado de: