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As restrições de integridade são um dos objetivos primordiais de um SGBD e, nesse contexto, existem três tipos de integridade, descritos a seguir.
I. Cada linha de uma tabela deve poder ser identificada univocamente, significando que cada tabela deverá possuir uma chave primária na sua definição. A existência deve chave primária garante que o atributo ou os atributos selecionados não podem ser nulos, nem podem aparecer repetidos. Funciona ao nível da linha e da tabela do BD.
II. É a forma mais elementar de restrição de integridade. O valor do campo deve obedecer ao tipo de dados e às restrições de valores admitidos para essa coluna. Funciona ao nível da coluna do BD.
III. Tem por objetivo manter os dados sincronizados entre tabelas que estejam relacionadas. A relação é feita entre a chave primária de uma tabela e a chave estrangeira de outra tabela. O valor dos campos que constituem a chave estrangeira de uma tabela deve estar também presente na chave primária da tabela que referenciam, ou quando muito, podem ter o valor NULL. Funciona ao nível da tabela do BD.
As descrições em I, II e III referem-se a tipos conhecidos, respectivamente, como integridade
de domínio, de entidade e funcional
de entidade, de domínio e referencial
de entidade, de domínio e organizacional
de entidade, de domínio e funcional