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O uso de VLANs se popularizou, pois ele é capaz de fornecer...

O uso de VLANs se popularizou, pois ele é capaz de fornecer ambientes de domínios de colisão (broadcast) distintos em um mesmo dispositivo ou mesmo para máquinas fisicamente distantes. Normalmente, ao configurarmos VLANs, atribuímos um identificador que será usado como tag para marcação e configurar quais portas fazem ou não parte dessa VLAN. Sobre os tipos de configurações que uma porta de switch L3 que suporta VLAN pode assumir, é correto o que se afirma na alternativa:


A

portas tronco (trunk) são responsáveis por remover uma tag de VLAN, para encaminhar o pacote para os dispositivos nele conectados e que nem estão cientes que fazem parte de uma VLAN. Só suportam uma tag por vez.


B

portas de acesso (access) são responsáveis por marcar pacotes com as tags de VLAN e fazer a ponte entre múltiplas tags entre dispositivos diferentes para encaminhamento. Geralmente são usadas com tags múltiplas de 2.


C

portas tronco (trunk) são responsáveis por marcar pacotes com tags de VLAN e propagá-las entre diferentes dispositivos, desde que esses também possuam configuração de quais tags vão receber.


D

portas de acesso (access) têm o problema de receber todas as tags de VLAN abertas, mesmo que não sejam identificadas para aquela porta na configuração. Nesses casos, o operador deve, obrigatoriamente, determinar um filtro de camada 2.


E

Portas tronco (trunk), de acordo com o protocolo, suportam tags de VLAN para uma rede Ethernet com até 8192 tags diferentes por segmento.