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A arquitetura de microsserviços

A arquitetura de microsserviços


A

é uma estrutura em que um aplicativo é separado em serviços menores e cada um desses serviços pode executar um processo exclusivo e, ainda, gerenciar seu próprio banco de dados.


B

é um estilo arquitetônico em que todos os componentes fazem parte de uma única unidade, sendo todos desenvolvidos e implantados em conjunto para que formem barramentos de serviços.


C

é uma estrutura que não necessita de clientes, pois os aplicativos se conectam à estrutura por meio de application programming interface (API) aos barramentos de serviços.


D

possui como vantagem a alta disponibilidade, pois o barramento de serviços une todos os componentes, tornando-os uma única unidade, contudo, os aplicativos executados nessa arquitetura são menos eficientes, no que se refere à velocidade, do que a monolítica.


E

é formada por componentes, acessados por meio de mensagens, que podem ser desenvolvidos separadamente, contudo, por serem stateless, ao serem reimplantados, ou se houver a necessidade de alteração de um serviço na arquitetura, é cogente reimplantar um aplicativo inteiro.