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O sistema DNS (Domain Name System), responsável por traduzir nomes de domínio para endereços IP e vice-versa, pode produzir resultados inesperados porque o endereço retornado pode depender do tipo de entradas que ele recebe. Cada entrada em um banco de dados de DNS consiste em três itens: um nome de domínio, um tipo de registro e um valor. O tipo de registro especifica como o valor deve ser interpretado (ou seja, que o valor é um endereço IPv4). Por exemplo, uma corporação pode decidir usar o nome corporation. com para os serviços de e-mail e Web. Com o DNS, a corporação consegue dividir a carga entre computadores separados por meio do mapeamento do tipo A para um computador e do tipo MX para um outro.
COMER, Douglas E. Redes de Computadores e Internet. Porto Alegre: Grupo A, 2016. p. 69.
A desvantagem do esquema de divisão de carga que usa tipos de registro DNS, como A e MX, para diferentes serviços é
aumento da latência, pois intensificará o tráfego de dados na rede para as consultas DNS.
falta de intuitividade para os humanos, pois ocorrerão problemas de inconsistências nos resultados das consultas.
dificuldade em configurar servidores DNS, uma vez que será necessário criar entradas redundantes no banco de dados do DNS.
falhas frequentes nos registros, pois o servidor DNS ficará indisponível após inclusão dessa configuração.
falta de suporte para IPv6, já que o balanceamento de carga está disponível apenas na versão IPv4.