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A Prefeitura de São Paulo, hipoteticamente, está conduzindo um projeto para modernizar sua infraestrutura de TIC, adotando SDN (Software Defined Network) e NFV (Network Function Virtualization). O objetivo é aumentar a eficiência operacional e oferecer serviços mais ágeis e escaláveis aos cidadãos. Para a implementação, a equipe técnica enumerou cinco cenários e estes foram analisados. O cenário e a análise cometa estão apresentados em:
Cenário 1: Adotar a topologia Open SDN, pois esta tem um plano de controle centralizado e usa o OpenFlow como API na direção Southbound do tráfego de switches físicos ou virtuais para o controlador SDN.
Análise: A decisão de usar Open SDN com switches habilitados para OpenFlow está tecnicamente incorreta, pois esta não usa as redes físicas diretamente para fazer o envio dos pacotes, mas cria uma rede virtual sobre o hardware da estrutura existente, chamada Underlay.
Cenário 2: Não adotar SDN via API para integrar os dispositivos legados da rede, pois esta arquitetura gera dificuldades em integrar equipamentos que não suportam SNMP, limitando a interoperabilidade com outros métodos, como REST API.
Análise: À decisão está tecnicamente bem fundamentada. Além disso, a arquitetura SDN via API requer o uso de switches habilitados para OpenFlow e não funciona bem com os switches tradicionais existentes na Prefeitura.
Cenário 3: Implantar a NFVI, que é composta por pontos de presença (NFVI-PoPs), nos quais VNFs são implementadas e executadas como uma VM ou container em um servidor. Conectar recursos físicos e virtuais por meio de servers e hypervisors, criando uma camada de virtualização gerenciada por VIMs (Virtualized Infrastructure Managers) e orquestrada pelo NFV Orchestrator, viabilizando um ambiente NFV-based para a Prefeitura.
Análise: A implantação de NFVI e o uso de VNFs para encadeamento de serviços melhora o provisionamento automatizado e a centralização da gestão, alinhando-se às melhores práticas de implantação de uma NFYV, sendo uma opção viável.
Cenário 4: Para a implantação de uma solução NFW, criar um NFVO (Network Functions Virtualization Orchestrator) para orquestrar os recursos dos VIMs e criar um VNFM (Virtual Network Function Master), para cuidar do ciclo de vida da VNF master. Retirar os recursos físicos do escopo de gerenciamento dos VIMs, passando o gerenciamento do hardware para o IMANO (Infrastucture Management and Orchestration), durante a criação da NFVI.
Análise: A implantação da NFY iniciando pela criação de NFVO e VNFM, utilizando o IMANO para gerenciamento dos recursos de infraestrutura implantados na NFVI, é uma solução técnica robusta e viável para as necessidades da Prefeitura.
Cenário 5: Para configurar a comunicação entre as camadas da SDN, ajustar a API Northbound para conectar diretamente a camada de infraestrutura à camada de controle e ajustar a API Southbound para ligar as camadas das aplicações ao controlador, de forma a viabilizar o monitoramento dos recursos e aumentar a segurança da rede da Prefeitura.
Análise: A configuração das APIs Northbound e Southhound está tecnicamente correta, pois a Northbound conecta a infraestrutura diretamente ao controle, enquanto a Southbound conecta o plano de controle aos aplicativos de monitoramento e segurança em uma solução SDN.