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Considere que exista um banco de dados PostgreSQL aberto e funcionando em condições ideais, e que a tabela t_processos exista e esteja corretamente preenchida com valores adequados. Neste contexto, observe a função abaixo.
CREATE FUNCTION atualizar_status_processo (num_processo VARCHAR) RETURNS INTEGER AS $$
DECLARE
total INTEGER;
BEGIN
UPDATE t_processos
SET status_processo = 'Encerrado'
WHERE numero_processo = num_processo;
SELECT COUNT(*) INTO total FROM t_processos WHERE status_processo = 'Encerrado';
RETURN total;
END;
$$ LANGUAGE plpgsal;
Em condições ideais, esta função seria corretamente chamada utilizando-se o comando:
CALL atualizar_status_processo('12345-67.2023.5.01.0001');
EXECUTE atualizar_status_processo('12345-67.2023.5.01.0001');
DO $$
BEGIN
PERFORM atualizar_status_processo('12345-67.2023.5.01.0001');
END;
$$ LANGUAGE plpgsqgl;
SELECT atualizar_status_processo('12345-67.2023.5.01.0001');
EXEC atualizar_status_processo '12345-67.2023.5.01.0001';