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A equipe de Técnicos Judiciários de um Tribunal Regional do Trabalho detectou uma atividade incomum em seus servidores. Após investigação, foi constatado que várias máquinas estavam lentas e consumindo alto volume de processamento e tráfego de rede. Além disso, logs mostraram conexões suspeitas com servidores externos desconhecidos. A análise revelou que os dispositivos haviam sido comprometidos por um malware que permitia o controle remoto dos sistemas sem o conhecimento dos administradores. A equipe concluiu que o Tribunal foi vítima de um ataque
rootkit, que se disfarçou como um software legítimo para enganar os funcionários e obter acesso aos sistemas. A principal solução seria desativar os serviços de compartilhamento de arquivos na rede interna e proibir a instalação de qualquer programa sem autorização prévia do setor de TI.
ransomware, que criptografou os arquivos da instituição. A solução mais eficaz seria restaurar um backup recente e providenciar para que as máquinas sempre tenham um antivírus atualizado para impedir novas infecções.
keylogger, que interceptou credenciais de login dos funcionários. Para evitar esse tipo de ataque, o Tribunal deve passar a adotar um teclado virtual e impedir o uso de dispositivos externos como pen-drives e teclados USB não autorizados.
adware, que gerou tráfego excessivo e impactou o desempenho das máquinas. A solução mais eficaz seria configurar bloqueios de pop-ups e remover extensões suspeitas dos navegadores usados no Tribunal.
botnet, em que os dispositivos infectados foram recrutados para executar atividades maliciosas sob o controle de um invasor remoto. Uma solução para evitar novas infecções seria implementar segmentação de rede, MFA para acessos administrativos e monitoramento contínuo do tráfego de rede para identificar comunicações suspeitas.