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Um Tribunal Regional do Trabalho está modernizando seu sistema de gestão processual para melhorar a escalabilidade, segurança e manutenibilidade. A equipe de Ti está avaliando diferentes arquiteturas para a nova solução e chegou à conclusão correta que
uma arquitetura peer-to-peer (P2P) é ideal, pois designa um host como servidor e as outras máquinas como clientes. Como o servidor precisa estar online o tempo todo, oferece boa conectividade, garantindo a escalabilidade necessária aos sistemas judiciais.
a melhor abordagem é utilizar arquitetura baseada em objetos distribuídos, pois permite que componentes remotos compartilhem diretamente seus estados e métodos, sem a necessidade de protocolos intermediários, através de objetos do tipo trapper, garantindo eficiência dos sistemas judiciais.
uma arquitetura monolítica é a melhor escolha, pois centraliza toda a lógica do sistema judicial em um único código-fonte, facilitando a escalabilidade, a evolução modular e a manutenção ao evitar complexidades associadas à comunicação entre serviços.
uma arquitetura orientada a serviços (SOA) é a mais indicada, pois permite a criação de módulos independentes que podem se comunicar por web services ou mensageria assíncrona, facilitando a reutilização, a escalabilidade e a integração com outros sistemas judiciais.
o modelo cliente-servidor tradicional é o mais indicado, pois separa interface e processamento de dados, garantindo que a aplicação possa crescer sem necessidade de modificação na infraestrutura, além de oferecer desacoplamento adequado e modularidade necessária para integração com múltiplos serviços judiciais a sistemas externos usando o REST.


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