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Um Tribunal Regional do Trabalho deseja implementar um sistema de autenticação centrali...

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Um Tribunal Regional do Trabalho deseja implementar um sistema de autenticação centralizado para seus diversos aplicativos internos e externos. Decidiu, para isso, utilizar o Keycloak como Identity Provider (IdP) e configurar a autenticação e autorização dos usuários por meio do OAuth2. Durante a implementação, a equipe de segurança precisa garantir que os fluxos de autenticação estejam corretamente configurados e que os aplicativos tenham acesso seguro aos recursos protegidos. Nesse cenário,


A

o Keycloak pode atuar como um Authorization Server dentro do fluxo OAuth2, permitindo a emissão de tokens de acesso e refresh tokens para aplicações cliente.


B

o Keycloak apenas suporta OAuth2 para autenticação federada, sendo necessário utilizar um provedor externo como o Azure AD ou Google Identity para permitir login unificado.


C

no OAuth2, ao utilizar Keycloak como IdP, o fluxo de Implicit Grant deve ser sempre a opção preferida para aplicações web modernas, pois é o mais seguro e recomendado atualmente.


D

aplicações cliente que precisam acessar APIs protegidas devem utilizar o Authorization Code Lazy (ACL) combinado com Proof Authority for Code Exchange (PACE) para aumentar a segurança na troca de tokens.


E

o protocolo OAuth2, implementado no Keycloak, permite a geração de Access Tokens e ID Tokens, mas não suporta Refresh Tokens para renovação de sessão.