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Durante o desenvolvimento de um novo módulo para controle de jornada de trabalho de servidores da Justiça do Trabalho, a equipe de sistemas identificou requisitos funcionais que impactavam diretamente o cálculo de horas extras e banco de horas, exigindo precisão jurídica.
O módulo foi implementado com base em regras definidas pela área de gestão de pessoas e homologado por magistrados.
O time decidiu aplicar testes automatizados para garantir estabilidade nas regras e facilitar futuras alterações de jornada previstas por novas normas de Resoluções do CNJ.
O Analista responsável orientou, adequada e corretamente, os seguintes cuidados:
Adotar uma combinação de testes unitários com JUnit, testes de integração com Mockito simulando dependências, e testes funcionais automatizados validados com base nos requisitos legais definidos pela área jurídica.
Aplicar testes exploratórios baseados na intuição dos desenvolvedores, aliados a ferramentas tradicionais como “teste de mesa”, considerando que a experiência prática, nessa situação, substitui a documentação formal dos requisitos e dos critérios de aceitação.
Priorizar testes manuais funcionais com roteiros predefinidos baseados em requisitos, evitando o uso de ferramentas como JUnit, pois os testes automatizados são frágeis para cálculos complexos de horas.
Realizar testes unitários com JUnit e Mockito nos métodos de cálculo, dispensando a verificação das integrações com as APIs de ponto eletrônico e folha de pagamento.
Utilizar apenas cobertura de código (code coverage) como critério de qualidade, considerando o sistema testado, desde que a cobertura supere 90%, não necessitando considerar, nesse caso, os requisitos críticos das normas do CNJ.