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Quando da elaboração de um plano estratégico de TI para modernização dos serviços digitais em um Tribunal Regional do Trabalho, uma equipe técnica analisou diferentes modelos de computação em nuvem, conforme a definição da NIST SP 800-145, para hospedar sistemas, como, por exemplo, o PJe, portais de transparência e sistemas de RH.
Com base nos critérios de segurança institucional, controle sobre dados sensíveis, escalabilidade e alinhamento com diretrizes da administração pública, concluiu-se que o modelo mais adequado de implantação de nuvem é aquele que oferece infraestrutura exclusiva, mas operada por terceiros, e que pode ser hospedada fora das instalações do tribunal.
Dessa forma, a equipe optou corretamente por:
Utilizar o modelo de nuvem comunitária (community cloud) operada por provedor terceirizado, compartilhada entre órgãos do Judiciário, com infraestrutura dedicada e políticas de segurança comuns.
Escolher o modelo PaaS (Platform as a Service), pois ele define o tipo de nuvem mais segura para execução de sistemas críticos com customização mínima.
Adotar nuvem pública, uma vez que o acesso irrestrito à infraestrutura da internet garante maior descentralização e independência do TRT frente aos contratos governamentais.
Utilizar nuvem privada interna gerenciada exclusivamente pela equipe do TRT, mesmo que isso inviabilize escalabilidade e aumento de custos operacionais com infraestrutura local.
Adotar o modelo híbrido, integrando nuvem pública para dados processuais e nuvem privada para dados administrativos, de forma a separar responsabilidades institucionais.