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A equipe técnica de um Tribunal Regional do Trabalho, visando o processo de modernização da infraestrutura, decidiu automatizar o provisionamento e a configuração dos servidores utilizados para hospedar sistemas como, por exemplo, o PJe, o DataJud e o Balcão Virtual. O Ansible foi adotado como ferramenta padrão para garantir consistência, repetibilidade e controle de mudanças.
Uma das tarefas mais criticas era configurar, com segurança e precisão, todos os serviços relacionados à aplicação do PJe, mantendo o mesmo padrão para ambientes de homologação, produção e contingência.
Considerando as boas práticas de uso do Ansible e a necessidade de gestão automatizada no ambiente judiciário, a abordagem mais adequada e correta é:
Evitar o uso de handiers e templates no Ansible, já que essas funcionalidades são mais úteis em pipelines DevOps comerciais, e não em sistemas do Judiciário com requisitos fixos.
Utilizar playbooks YAML declarativos com roles reutilizáveis, variáveis seguras com Ansible Vault e inventários organizados por ambiente (produção, homologação).
Utilizar scripts shell manuais versionados com Git para configurar os servidores, pois o Ansible é mais indicado apenas para ambientes em nuvem pública, como AWS ou Azure.
Aplicar o Ansible apenas para tarefas ad hoc via linha de comando (ansible), sem necessidade de playbooks, garantindo maior agilidade e flexibilidade nas alterações.
Centralizar todas as configurações no ansible.cfg e executar comandos com privilégios de root diretamente nos nós, sem controle de inventário, para facilitar atualizações rápidas.