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Uma empresa de consultoria em segurança, após realizar um pentest em um servidor web de um Tribunal, recomendou a implementação do HTTP Security Headers Content-Security-Policy (CSP) e Strict-Transport-Securfty (HSTP) como boas práticas para mitigar riscos cibernéticos. Considerando essa orientação, um analista solicitou a um técnico a implementação e explicou corretamente a finalidade e o impacto desses cabeçalhos na segurança:
O CSP bloqueia apenas ataques de força bruta, enquanto o HSTP impede o acesso a redes Wi-FI públicas.
O CSP permite o carregamento de recursos de imagens de domínios pré-aprovados, reduzindo o risco de ataques como data exfiltration, enquanto o HSTS assegura que cookies de sessão sejam transmitidos apenas por canais criptografados.
Ambos os cabeçalhos (CSP e HSTS) são usados para criptografar dados em repouso, como arquivos armazenados no servidor web.
O CSP substitui a necessidade de um WAF (Web Appflicaion Fírewall), e o HSTP elimina vulnerabilidades de SQL injection.
O HSTS força o uso de HTTPS em todas as conexões futuras, evitando downgrade para HTTP, e o CSP restringe fontes de conteúdo executável (scripts, CSS etc.) para prevenir XSS e ataques de injeção.