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Durante a automatização de rotinas do sistema de protocolo digital em um Tribunal Regional do Trabalho, uma equipe de TI utiliza Git para versionamento local dos scripts e GitHub como repositório remoto. Para garantir rastreabilidade de alterações, colaboração entre setores e gerenciamento eficiente de versões, foram adotadas boas práticas com branches, commits e pull requests.
Nesse cenário,
o comando git revert HEAD-1 apaga definitivamente o último commit do repositório, sem possibilidade de recuperação, sendo recomendado para manter o histórico limpo em ambientes públicos como o GitHub.
o uso de git stash permite guardar temporariamente arquivos commitados em uma branch para posterior reaplicação em outra, sendo ideal para transportar código consolidado entre fluxos de trabalho distintos.
ao criar uma nova funcionalidade no sistema de protocolo, o ideal é abrir uma branch a partir da main, realizar os commits nessa branch e, ao concluir, abrir um pull request no GitHub para que a alteração seja revisada e integrada à branch principal, garantindo controle e rastreabilidade no ambiente colaborativo.
o comando git pull remove as alterações locais e sincroniza os arquivos com o estado mais recente do repositório remoto, sendo equivalente a um git fetch seguido de git reset --hard origin/main.
para garantir que uma modificação feita em um script de automação seja invisível para outros colaboradores até que esteja estável, recomenda-se fazer o commit com a flag --hidden, ocultando o conteúdo até que se utilize git show.