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Durante a automatização de rotinas do sistema de protocolo...

Durante a automatização de rotinas do sistema de protocolo digital em um Tribunal Regional do Trabalho, uma equipe de TI utiliza Git para versionamento local dos scripts e GitHub como repositório remoto. Para garantir rastreabilidade de alterações, colaboração entre setores e gerenciamento eficiente de versões, foram adotadas boas práticas com branches, commits e pull requests.


Nesse cenário,


A

o comando git revert HEAD-1 apaga definitivamente o último commit do repositório, sem possibilidade de recuperação, sendo recomendado para manter o histórico limpo em ambientes públicos como o GitHub.


B

o uso de git stash permite guardar temporariamente arquivos commitados em uma branch para posterior reaplicação em outra, sendo ideal para transportar código consolidado entre fluxos de trabalho distintos.


C

ao criar uma nova funcionalidade no sistema de protocolo, o ideal é abrir uma branch a partir da main, realizar os commits nessa branch e, ao concluir, abrir um pull request no GitHub para que a alteração seja revisada e integrada à branch principal, garantindo controle e rastreabilidade no ambiente colaborativo.


D

o comando git pull remove as alterações locais e sincroniza os arquivos com o estado mais recente do repositório remoto, sendo equivalente a um git fetch seguido de git reset --hard origin/main.


E

para garantir que uma modificação feita em um script de automação seja invisível para outros colaboradores até que esteja estável, recomenda-se fazer o commit com a flag --hidden, ocultando o conteúdo até que se utilize git show.