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Um Tribunal Regional do Trabalho está planejando migrar parte de seus sistemas de tramitação e armazenamento para uma infraestrutura de nuvem, a fim de aumentar escalabilidade, reduzir custos com data center físico e garantir maior disponibilidade de serviços. A equipe técnica avaliou provedores como AWS, Azure e Google Cloud, considerando diferentes modelos e arquiteturas de nuvem, concluindo, corretamente, que
na nuvem privada, os recursos de infraestrutura são sempre compartilhados entre diferentes órgãos públicos por meio de um provedor externo, o que toma esse modelo mais econômico que a nuvem pública e ideal para dados judiciais sigilosos.
a arquitetura em nuvem da AWS, assim como a da Azure, por segurança, exige que todos os dados sejam armazenados em regiões específicas dos Estados Unidos, devido à regulamentação técnica e jurídica desses provedores.
a principal diferença entre nuvem pública e nuvem privada está no uso de hardware físico: na nuvem pública, os servidores são dedicados exclusivamente a cada cliente, enquanto na nuvem privada há compartilhamento.
a nuvem pública, oferece elasticidade sob demanda, permitindo que sistemas judiciários aumentem ou reduzam recursos automaticamente, conforme a carga de trabalho, com pagamento proporcional ao uso, sendo adequada para sistemas acessados intermitentemente, como consulta processual.
em ambientes híbridos com múltiplas nuvens, é obrigatório utilizar o mesmo provedor para todas as aplicações, garantindo compatibilidade e comunicação direta entre os sistemas.