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Considere um desenvolvedor que adota a prática de Desenvolvimento Dirigido por Testes (TDD). Inicialmente, ele escreve um teste de unidade que falha, baseando-se unicamente na especificação de uma nova funcionalidade. Após implementar o código mínimo para que o teste passe, o desenvolvedor analisa a estrutura interna e a lógica do código recém-criado para se inspirar e decidir qual será o próximo teste a ser escrito, buscando cobrir caminhos lógicos específicos. Essa abordagem de teste, considerando o ciclo TDD descrito, é melhor caracterizada como:
Um processo que inicia como caixa-preta, guiado pela especificação, e evolui para incorporar aspectos de caixa-branca ao usar a estrutura do código para guiar novos testes.
Uma aplicação exclusiva de teste de caixa-branca, visto que a análise da estrutura interna do código é o principal fator para a elaboração de todos os testes no ciclo de desenvolvimento.
Um método predominantemente de teste de caixa-preta, pois a definição original do que será testado se baseia nos requisitos funcionais, sendo a implementação um fator secundário.
Um tipo de teste de unidade focado no comportamento, que supera as classificações de caixa-preta e caixa-branca, pois o objetivo é apenas a verificação funcional externa.
Uma forma de teste de regressão estrutural, pois a análise do código implementado visa prioritariamente validar se as alterações recentes afetaram a estrutura de componentes existentes.