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No contexto da Engenharia de Software Clássica, o Modelo de Ciclo de Vida em Cascata (Waterfall) é frequentemente criticado por sua natureza sequencial e linear. A principal desvantagem arquitetural que frequentemente leva a desafios significativos no projeto e, consequentemente, a insucesso, reside no fato de que:
Ele prioriza a entrega contínua (continuous delivery) de funcionalidades incrementais, exigindo grande esforço de integração tardiamente no ciclo.
Sua estrutura é intrinsecamente incompatível com as Especificações de Requisitos de Software (ERS) detalhadas, promovendo a codificação prematura.
A exigência de concluir formalmente cada fase antes da seguinte reduz drasticamente a capacidade de absorver feedback ou mudanças posteriores.
O alto índice de reutilização de código e componentes intrínseco ao modelo resulta em baixa produtividade em projetos de grande escala.
A metodologia promove ativamente a integração e o teste contínuo (continuous integration), o que onera as etapas iniciais de análise e projeto.