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Durante o desenvolvimento de dashboards gerenciais em uma Secretaria da Fazenda, foi ne...

Durante o desenvolvimento de dashboards gerenciais em uma Secretaria da Fazenda, foi necessário integrar dados oriundos de sistemas distintos: sistema de arrecadação tributária, sistema de fiscalização eletrônica e planilhas manuais de acompanhamento operacional, dentre outros. Uma Auditora Fiscal utilizou o Power Bl e o Tableau, seguindo a seguinte orientação:


A

No Tableau e no Power BI, a definição de medidas DAX ou cálculos LOD são cruciais em operações que exigem cruzamento de múltiplas fontes de dados, pois tais recursos permitem o controle da granularidade que se deseja computar: em um nível mais granular (EXCLUDE), menos granular (INCLUDE) ou em um nível independente (FIXED).


B

No Power Bl, quando o ambiente integra diferentes fontes de dados é uma boa prática usar o Power Query, que utiliza a linguagem de script M, para realizar transformações, normalização de dados e padronização de tipos antes do carregamento dos dados no modelo analítico.


C

No Power Bl, o uso de colunas calculadas que utilizam fórmulas DAX (Data Analysis Execution) é a prática mais indicada para otimizar o desempenho de consultas em grandes volumes de dados integrados, pois essas colunas armazenam os cálculos diretamente na fonte.


D

No Tableau, a criação de unions entre fontes de dados publicadas pode ser realizada sobre quaisquer grandes volumes de dados, visto que o processamento ocorre sempre na camada de visualização, não afetando a performance. Além disso, ao se alterar O lipo de dados depois de unir as tabelas, a união será mantida.


E

No Power BI, os dados carregados em memória por meio do modo Import podem ser automaticamente atualizados em tempo real, sem necessidade de configuração adicional no serviço online, através de arquivos .pbix, que armazenam entre 1 PB e 10 PB de dados.