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Nos laboratórios escolares, a escolha dos dispositivos digitais nem sempre pode ser feita apenas pela função básica de entrada, saída ou armazenamento. Em muitos equipamentos modernos, o modo de operação envolve camadas adicionais de processamento, comunicação e gerenciamento interno que podem alterar a classificação tradicional desses periféricos. Considerando esse cenário, analise as situações hipotéticas a seguir e identifique a correta:
Uma mesa digitalizadora com sensor de pressão não deve ser tratada como dispositivo de entrada, pois o nível de sensibilidade transforma cada toque em um conjunto de informações que exige processamento similar ao de uma GPU.
Uma webcam com microfone embutido deve ser tratada como dispositivo entrada e saída, pois transmitindo áudio e vídeo ela realiza uma operação bidirecional.
Um SSD NVMe, por depender do barramento PCI Express, é classificado como periférico de saída, já que sua comunicação com o processador acontece principalmente por envio de dados e não por recepção.
Um monitor com tecnologia DisplayPort que incorpora hub USB pode funcionar, ao mesmo tempo, como dispositivo de saída e de entrada, desde que o fluxo de dados do hub seja independente do sinal de vídeo.
Um teclado sem fio baseado em Bluetooth é classificado como dispositivo híbrido, pois o módulo interno responsável pelo emparelhamento executa processamento suficiente para caracterizá-lo como equipamento de entrada e saída simultaneamente.