O avanço das tecnologias de inteligência artificial tem suscitado debates relevantes no campo jurídico e institucional. Considerando o contexto atual, é correto afirmar que:
A regulação da inteligência artificial limita-se exclusivamente à proteção de direitos autorais.
O uso de inteligência artificial é plenamente neutro, inexistindo impactos sociais ou jurídicos relevantes decorrentes de sua adoção.
A inteligência artificial substituiu integralmente a atuação humana nos serviços públicos essenciais.
A principal preocupação regulatória em torno da inteligência artificial está relacionada à proteção de direitos fundamentais, à transparência algorítmica e à responsabilização pelo uso de sistemas automatizados.
O desenvolvimento tecnológico prescinde de qualquer marco ético ou normativo.