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Em atividades investigativas policiais, a confiabilidade, a rastreabilidade e a integri...

Em atividades investigativas policiais, a confiabilidade, a rastreabilidade e a integridade de registros armazenados em Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados (SGBDs) são essenciais para reconstrução de linhas do tempo, identificação de autoria de ações e preservação da cadeia de custódia digital. Nesse contexto, as técnicas FORCE/NO-FORCE e STEAL/NO-STEAL, que definem as políticas de escrita em disco e de gerenciamento do buffer, determinam a necessidade de operações de UNDO e REDO durante a recuperação de falhas e influenciam diretamente a consistência das evidências digitais.


Considerando essas técnicas e seus efeitos sobre a persistência de páginas modificadas em sistemas gerenciadores de bancos de dados, pode-se afirmar que a técnica


A

FORCE de REDO será necessário durante a recuperação para garantir a durabilidade da transação.


B

FORCE define com o valor 1 (ou seja, preso) um bit de preso-solto, sinalizando que um buffer de cache não pode ser gravado de volta no disco.


C

STEAL aplica-se quando gerenciador de cache necessitar de um quadro do buffer para outra transação e o gerenciador de buffer substituir uma página existente previamente atualizada de uma transação não confirmada.


D

STEAL tem como consequência demandar grandes espaços de buffer para o armazenamento de todas as páginas atualizadas na memória; assim como NO-FORCE garante o isolamento de transações concorrentes.


E

NO-STEAL é utilizada em esquemas de recuperação imediata como o utilizado no modelo ARIES, dado que as alterações promovidas por uma transação em uma página persistirão no disco, garantindo a consistência dos efeitos da transação.