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O TJRJ adota práticas GitOps, guardando sua infraestrutura como código no repositório Git repo. O código em repo gerencia o cluster Kubernetes K. A equipe de analistas do tribunal configurou em K um operador de GitOps MG que tem acesso ao repositório repo.
Em um fluxo GitOps padrão, é esperado que o operador MG:
enfileire os efeitos das alterações detectadas em repo e aguarde o disparo de um único comando apply pelo admin;
reconcilie o estado atual do cluster K com o estado desejado, definido em repo, sem reverter para o último estado saudável em caso de falha;
reconcilie o estado atual do cluster K com o estado desejado, definido em repo, revertendo para o último estado saudável em caso de falha;
reconcilie o estado atual de repo com o estado desejado, definido em cluster K, revertendo para o último estado saudável em caso de falha;
enfileire os efeitos das alterações detectadas em repo e realize testes automatizados de integração com o estado atual de cluster K, notificando o resultado via service admin.